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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Águas do refrigerante





Sede da empresa Águas Sulfídricas e Termais de São Pedro que, décadas atrás, produzia água tônica de quinino, laranjada, soda limonada, guaraná e Brasicola. A foto é de 1941 e faz parte do acervo do município de Águas de São Pedro, exposta no Centro de Convenções da cidade. (Edson Rontani Júnior)


 

domingo, 25 de agosto de 2013

Escola "Marquez" de Monte Alegre


Crianças que seguiam um padrão único, nas vestimentas e no corte de cabelo. Adultos que se vestiam à moda européia. Isso, em frente ao prédio do Grupo Escolar Marquez de Monte Alegre, construido e cedido gratuitamente pela Usina Monte Alegre. Foto do Relatório de 1933, da Secretaria Estadual de Educação.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Sexagenário, “Nhô Quim” ganha livro


                No ano do centenário do E.C. XV de Novembro de Piracicaba, a mascote representativa do time ganha uma obra literária para celebrar os 65 anos de criação do “Nhô Quim”. O livro “Nhô Quim – A História que Eu Conheço” (Editora Riopedresense, Secretaria Municipal de Ação Cultural), de autoria do jornalista Edson Rontani Júnior, relata a história da criação do personagem em 1948, quando o XV disputava a Primeira Lei do Acesso, a qual daria a chance de um time subir para a divisão principal do futebol paulista. O alvinegro piracicabano venceu a disputa e, no ano seguinte, passou a jogar com os grandes times como Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Santos.
                O livro dá ênfase a criação do pai do autor, Edson Rontani, que aos 15 anos passou a expor desenhos de um caipira representando o XV nas vitrines do Chalet Paulista, loja de materiais esportivos e loterias, situada na rua São José, ao lado da praça José Bonifácio. Ao longo de 48 anos, Rontani desenhou a mascote nos principais jornais de Piracicaba, sendo eles: Jornal de Piracicaba, Diário de Piracicaba e Tribuna Piracicabana. Mesmo se passando 16 anos após a morte de Edson Rontani e ter criado neste espaço de tempo uma lacuna nas charges esportivas, o Nhô Quim ainda hoje é reverenciado pelo piracicabano e não apenas pelo torcedor do XV de Novembro. Em 2013, o personagem foi escolhido para compor o símbolo do Carnaval de Piracicaba pela Secretaria Municipal de Turismo e também foi estampado na divulgação da Banda da Sapucaia em desfile realizado pouco antes do carnaval.
                O Nhô Quim ganhou notoriedade após a adaptação feita em maio de 1949 pelo cartunista Nino Borges, no jornal Gazeta Esportiva.  Também foi desenhado no mesmo veículo de comunicação por Messias de Mello e em outros jornais como O Governador, semanário da capital paulista, sob a pena de Manolo e Almir Bortolassi. Foi Rontani que, de 1952 a 1996 desenhou charges na mídia piracicabana, mostrando o caipira magro enfrentado times consagrados também representados por mascotes como o Peixe do Santos, o mosqueteiro do Corinthians ou o papagaio do Palmeiras.
                O livro “Nhô Quim – A História que eu conheço” integra o 40°. Salão Internacional de Humor. Seu lançamento ocorrerá durante a premiação do 3°. Concurso de Microcontos de Humor, marcada para sábado, dia 24 de agosto, na Biblioteca Municipal de Piracicaba. O livro será entregue gratuitamente aos presentes. Ao longo da duração do Salão, ele será entregue nas exposições paralelas em distribuição dirigida.  
                   O livro conta com o prefácio do deputado estadual Roberto Morais, radialista e quinzista.


domingo, 18 de agosto de 2013

Valioso exemplo da mulher brasileira


Placa afixada pela empresa Morganti no Aeroporto de Piracicaba em homenagem a Ada Rocato que saiu da cidade num Cessna de 90 HP percorrendo a Cordilheira do Andes e retornando a Piracicaba. Voou um total de 12.800 quilômetros. A placa foi afixada "para perpetuação do valoroso feito da mulher brasileiro". (Foto e texto de Edson Rontani Júnior)

sábado, 17 de agosto de 2013

JK e Ulysses Guimarães em Piracicaba


Ano de 1957. Local : Faculdade de Odontologia de Piracicaba em prédio situado na rua Dom Pedro II esquina com a rua Alferes José Caetano, centro de Piracicaba. Na ocasião, o presidente da República Brasileira realizou visita a cidade para conhecer as instalações deste centro de graduação. Na foto, aparecem Carlos Henrique Liberalli (primeiro diretor da faculdade), Ruth Seng Pacheco Chaves, Juscelino Kubistcheck de Oliveira, Luiz Máximo de Souza, Lauro Natali e Ulysses Guimarães. Foto do acervo da UNICAMP. (Edson Rontani Júnior)

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Escola de Recreio, Xarqueada


Escola Reunidas de Recreio, bairro de Piracicaba. Hoje, é bairro da cidade de Charqueada, ou Xarqueada conforme a grafia de quando esta foi foi tirada, em 11 de setembro de 1923. Foto do arquivo da Secretaria Estadual de Educação.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Discurso de Herrmann


João Herrmann Netto, eleito o prefeito mais jovem de Piracicaba no final da década de 1970, parece proferir um discurso inflamado durante apresentação da Guarda Civil Municipal de Piracicaba. Registro de 1980.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Região Escolar de Piracicaba


Reprodução de mapa da Secretaria de Educação do Estado lá pelos anos 1930. "Este mapa está com as correções determinadas pela nova divisão territorial do estado, decreto 9975, de30 de novembro de 1938", diz no alto à direita. Nas convenções, abaixo à esquerda, grupo escolar, escola isolada mista, escola isolada masculina, escola municipal mista, escola municipal masculina, estrada de rodagem, estrada férrea e escola isolada feminina. Foto de acervo da Secretaria de Estado da Educação. (Edson Rontani Júnior)

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Grupo de Xarqueada


Grupo Municipal de "Xarqueada" em foto de 1933. Foto de autoria anônima. Sem maiores detalhes.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Flâmula no Mercado Livre


Flâmula de Piracicaba, o maior centro açucareiro da América Latina, possivelmente dos anos 1960, à venda, meses atrás, no Mercado Livre.

sábado, 10 de agosto de 2013

Fila do INPS

A "Tribuna de Piracicaba", edição número 1, lançada em 1° de agosto de 1974 trazia em sua capa, esta charge de Edson Rontani, satirizando a fila para ser atendido no INPS. Atrás, traços piracicabanos de então : a Igreja Matriz de Santo Antonio.


Escola Normal




Professores da Escola Normal Official, de 1930, dentre os quais estão Thales de Andrade (história) e Olívia Bianco (ginástica). Mestres que educaram e graduaram pessoas numa época em que escola tinha o papel de formadora de personalidade e não de extensão do lar, como nos dias atuais. Aparecem na foto : João Baptista Nogueira, Francisco M. da Costa, Thales, Joaquim de Mattos, Fabiano Lozano, Genaro Georgette, M. Emilia M. de Brito, Olivia e David Muller. Foto do acervo da escritora Ivana Negri, que na última quinta-feira colheu mais uma primavera em sua vida. Parabéns ! (Edson Rontani Júnior)

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

domingo, 4 de agosto de 2013

Caixa Econômica Estadual


Foto tirada do Facebook, mostrando a Caixa Econômica Federal, em prédio ainda hoje existente. Talvez a foto seja dos anos 1940, pelos veículos vistos em sua lateral. O prédio está situado no cruzamento da rua Santo Antonio com a rua Prudente de Moraes, centro de Piracicaba.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

João Herrmann Neto


    O dia era 19 de abril de 1977. Nesta data, se comemorava o aniversário de 20 anos de inauguração da Faculdade de Odontologia de Piracicaba. O então prefeito João Herrmann Neto aparece entre o governador do estado Paulo Egydio Martins e o reitor da Unicamp, Zeferino Vaz, em foto de inauguração do atual prédio da Faculdade. Na época, a entidade de graduação deixava o prédio situado na área central. A foto serve para relembrar um dos primeiros atos de João Herrman Netto como prefeito. Ele comandou o executivo municipal de 1977 a 1982, sendo empossado como o político mais novo do Brasil. A fatalidade da vida o tirou de nosso convívio no domingo de Páscoa de 2009 (dia 12 de abril). (Edson Rontani Júnior)

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Os filmes dos cinemas na primeira semana de agosto


Cinema em Piracicaba, só a noite ! É o que vemos na relação dos filmes em exibição no município na primeira semana de agosto de 1974, segundo a Tribuna de Piracicaba. As famosas "matinês" só aos finais de semana. Os cinemas até então eram de propriedade da Águia Filmes, de Francisco Andia. Três deles ficavam na rua Benjamin Constant : Colonial, Rivoli e Paulistinha. O Broadway e o Politeama ficavam no mesmo quarteirão, ao lado da Praça José Bonifácio. Hoje, nenhum deles existe mais. Os prédios, sim. Com exceção do Politeama, demolido para a construção do Banco Itaú.

Ponto facultativo em 1° de agosto de 1974


O prefeito Adilson Maluf decreta ponto facultativo em 1° de agosto de 1974, segundo nota publicada na capa da Tribuna Piracicabana, que estreava no cenário jornalístico de Piracicaba naquele dia. O 1° de agosto, data de fundação de Piracicaba nunca foi feriado. A história diz que a intervenção da Igreja Católica forçou o município a trocar o feriado desta data para 8 de dezembro, dia de Imaculada Conceição.

Novo prédio da Faculdade de Odontologia


A Faculdade de Odontologia de Piracicaba deixaria o prédio imponente situado no cruzamento das ruas Dom Pedro II e Alferes José Caetano para ocupar uma área na saída para Limeira, hoje avenida Limeira, em frente ao Shopping Piracicaba (este, por sua vez, inaugurado em outubro de 1987). O dr. José Merzel foi ouvido pela Tribuna Piracicabana, edição 1, de 1° de agosto de 1974, dizendo que este centro de ensino superior abrigaria inicialmente dois departamentos de ensino, sendo que até o final de 1974 uma grande área seria entregue aos alunos.

Advogado João Chiarini

Grande mente intelectual de Piracicaba, João Chiarini era um dos redatores da Tribuna Piracicabana. Historiador de renome, interessado pela cultura local, dedicou-se com afinco à história de Piracicaba, conhecendo-a de "cabo a rabo". Na edição n° 1 da Tribuna, ele participou com este anúncio, publicado no rodapé da página 6.

Eleição na ACIPI - 1974


A primeira edição da Tribuna Piracicabana, em 1° de agosto de 1974, trazia a relação completa dos componentes da chapa que concorreria à diretoria da Associação Comercial e Industrial de Piracicaba (ACIPI). Em sua página 2, na metade inferior, eram apresentados os nomes dos componentes da diretoria executiva, conselho consultivo e suplentes. A chapa tinha José Macluf como candidato ao cargo de presidente.

A Tribuna : 39 anos no lar do piracicabano




* Edson Rontani Júnior, em especial para a Tribuna Piracicabana (dia 1° de agosto de 2013)

   O jornalismo e a sociedade piracicabana mudaram nos últimos 39 anos. Isso é inegável. As tendências passaram por evoluções e revoluções. O Brasil vivia um período de incertezas, onde o governo militar impunha a censura aos veículos de comunicação. Era o período do “milagre econômico” em que o país assistia à transição dos governos Emílio Garrastazu Médici e Ernesto Geisel, generais que comandavam o cenário nacional. O jornalismo local ainda era restrito a poucas publicações, motivados pelo alto custo em sua produção. A cidade possuía o Jornal de Piracicaba e o Diário de Piracicaba. Tinha também a Rádio Difusora, Rádio A Voz Agrícola de Piracicaba e Rádio Educadora, todas emissoras em A.M.
   Foi então que surgiu a edição número 1, da Tribuna Piracicabana, distribuída há exatos 39 anos, ao custo de 50 centavos do cruzeiro. Um jornal impresso em formato próximo ao modelo standard, com oito páginas, preto e branco, nos quais torna-se visível a presença de manchas de clichês e a ação profunda das prensas. O jornal seria publicado diariamente, com exceção de segunda-feira.
   À frente do matutino, estava o jornalista Evaldo Augusto Vicente que no cotidiano destes quase 40 anos vem registrando a história de nossa “Noiva da Colina” com amor, dedicação, investimento pessoal e muito trabalho.
   Lembro-me de ter visitado a redação da Tribuna quando possuía apenas sete anos de idade, acompanhado de meu pai, Edson Rontani, levando ao Evaldo um clichê com uma das várias charges de sua autoria publicadas neste jornal. A Tribuna situava-se em prédio que ainda hoje existe, embora remodelado, na rua Voluntários de Piracicaba nº 610, esquina com a Alferes José Caetano. Evaldo abriu a edição número 1 mostrando ao meu pai a nota sobre o falecimento de seu sogro – e meu avô – o “tremendão” D’Abronzo. Na capa da primeira edição, uma charge que mostrava a realidade de Piracicaba: um sujeito carrega um travesseiro e uma marmita, tendo ao fundo a Catedral de Santo Antonio, dizendo que preparava-se para pegar fila no INPS, situado a poucos metros da Igreja Matriz.
   A Tribuna Piracicabana pertencia à Empresa O Liberal. Evaldo Augusto Vicente à frente a direção, João Chiarini e Geraldo Nunes na redação e Mário Michelin na contabilidade.
   A primeira edição trazia em sua capa notícia sobre a comemoração dos 207 anos de Piracicaba cujos eventos seriam coordenados pela Câmara de Vereadores através do vereador Rubens Leite do Canto Braga, “presidente desse sodalício público administrativo de Piracicaba”.
   O tempo mudou. Em 1974, o 1º de agosto não era feriado, mas sim ponto facultativo, instituído como “Dia de Piracicaba” pela lei nº 301 de 17 de julho de 1952, sacramentado por ato baixado pelo prefeito de então, Adilson Benedito Maluf, seguindo a Lei Orgânica do Município. Naquele dia, as repartições públicas municipais não funcionaram. Hoje, 2013, a cidade comemora seus 246 anos como um dia útil. O feriado municipal foi transferido para 8 de dezembro, dia de Imaculada Conceição, conforme lei 1.470 de 1967.
   A primeira edição da Tribuna Piracicabana trazia diversas notas sobre a cultura. Naquele 1º de agosto, a Casa de Artes Plásticas (antiga Pinacoteca Municipal), abriria o XXII Salão de Belas Artes tendo entre os expositores, o artista Egydio Adamoli. Poesias e crônicas de Evaldo Vicente, Thales Castanho de Andrade, Francisco de Vasconcellos, J. Aparecido Casemiro, Geraldo Bragion e Carlos Moraes Júnior.
   Entre as despedidas, matérias sobre a morte do comendador Humberto D’Abronzo (ex-presidente do XV de Novembro e diretor da Indústria Tatuzinho) e despedida a Lélio Ferrari (presidente da Rede Brasileira de Supermercados e fundador do café Ouro do Brasil e Café Haiti e presidente da ACIPI entre 1963 e 1965). Naquela ocasião ACIPI e CDL preparavam eleições para novas diretorias, sendo as chapas concorrentes presididas, respectivamente, por José Macluf (Artigos de Cimento Woltzmac) e Raul Siad (Casas Pernambucanas).