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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Cem anos dos Refrigerantes Orlando


Para você que não acompanhou esta exposição, confira algumas das fotos expostas.







segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Frei Paulo Maria de Sorocaba: vida e obra visual



"Frei Paulo Maria de Sorocaba: vida e obra visual" leia on line a versão do livro escrito por Cássio Padovani e lançado pelo Instituto Histórico e Pedagógico de Piracicaba

sábado, 28 de dezembro de 2013

Grupo Escolar Francisca de Castro



Foto de 1933 mostrando o prédio do Grupo Escolar Francisca de Castro, zona rural de Piracicaba. A escola, segundo consta nos arquivos da Secretaria Estadual de Educação, foi instalada em 26 de março de 1925. Relatório de 1933.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Federal é THAME !


Folheto de propaganda de Mendes Thame buscando a reeleição nos anos 1990.

Faculdade de Odontologia de Piracicaba e novo cenário no mapa da cidade


Fotos do acervo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), tirada durante a segunda metade dos anos 1970. Mostram um novo delinear da cidade. A estrada para Limeira passaria a ser denominada avenida Limeira e mesmo com uma ponte construída anos antes, era trecho utilizado apenas por caminhões. Aquilo que se conhece por avenida Limeira era uma matagal interminável até 1987, quando a Construtora Chap Chap entregou as obras do Shopping Center Piracicaba. Aos poucos, áreas vizinhas passaram a ser tomadas por lojas, comércio, circos, parques de diversões e outros estabelecimentos comerciais.


Na foto acima, construção daquilo que ainda hoje é a Faculdade de Odontologia de Piracicaba.É evidente o matagal principalmente no lado direito da foto, onde hoje, várias empresas ocupam o espaço, à beira do Rio Piracicaba.


O mesmo cenário porém com Piracicaba desenvolvida ao fundo.

Site do IHGP - visite

  Fundado em 1º de agosto de 1967, por iniciativa de um grupo de historiadores e pesquisadores, o INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE PIRACICABA nasceu com a atribuição de acolher, organizar, preservar e disponibilizar ao público todos os documentos relacionados à história e geografia da cidade.
   Em consonância com sua missão institucional, o IHGP acumulou no passar dos anos um considerável acervo de documentos, fotos e publicações de Piracicaba e do Brasil, tornando-se o principal centro de preservação da memória da cidade e importante fonte de pesquisa para estudantes, acadêmicos, jornalistas e historiadores.

   Muito desse material pode ser visualizado on line pelo endereço www.ihgp.org.br/novo/

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Sepultamento de Luciano Guidotti


Dia 8 de julho de 1968. Data triste para Piracicaba. Data em que foi tirada esta foto pertencente ao Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba, que retrata o sepultamento do prefeito Luciano Guidotti, que falecera um dia antes. Por muito, ouvi falar que Piracicaba tem uma história antes de Guidotti e outra história depois de Guidotti. Foi o administrador empreendedor que iniciou grandes obras na cidade, delineando seus bairros e ruas. Criou a avenida Carlos Botelho, por exemplo. Remodelou pontes. Tornou Piracicaba a cidade mais próspera desse Brasil, realizando um marketing político inigualável. Após os oito anos do mandato do prefeito Barjas Negri, a história se modificou, pois o tucano reiventou Piracicaba, com novas pontes, rotatórias e avenidas, criando uma nova dimensão para uma cidade afogada pela estrutura viária delineada nos anos de 1960. Segundo o jornalista Cecílio Ellias Neto, "candidatou-se a prefeito, sendo eleito por duas vezes: 1956/1959 e 1964/68, falecendo no cargo neste último mandato. Em seu governo, Piracicaba foi eleita, por três anos consecutivos, como a Cidade Mais progressista do Brasil. Rasgou e construiu as avenidas Armando de Salles Oliveira, Saldada Marinho, Carlos Botelho, Centenário, Cássio Paschoal Padovani; concluiu o Estádio Municipal, criou o Hotel Beira Rio, o Teatro Municipal, quatro pontes, grandes obras, sendo tido como o prefeito que revolucionou urbanisticamente Piracicaba."

Assista vídeo sobre o falecimento do prefeito Luciano Guidotti, clicando aqui.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Vigilantes



Vigilantes noturnos de Piracicaba nos anos 1930.
São eles membros antecessores da Guarda Civil Municipal.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Grupo Escolar Moraes Barros


Grupo Escolar Moras Barros situado em quarteirão da Rua Alferes José Caetano, entre as ruas Treze de Maio e Prudente de Moraes. Foto de 1933. O prédio abrigou a escola a partir de 1900. Antes era o presídio da cidade. Muitas décadas antes, a atual Praça Tibiriçá serviu de cemitério para a cidade. Sanitaristas aconselharam a mudança do mesmo para um local para afastado para evitar doenças numa região que começava a ser urbanizar. Foi quando surgiu o Cemitério da Saudade, na época, distante do centro e das moradias que Piracicaba possuía. Foto do acervo da Secretaria Estadual de Educação. (Edson Rontani Júnior)

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

A amplitude “des”modulada



* Edson Rontani Júnior, jornalista

Sou do tempo em que se passava mais tempo ao lado do rádio do que passamos hoje em dia diante do computador. Este tempo está longínquo do hoje. Foi na década de 1970 em que rádio e televisão eram grandes concorrentes da informação e do entretenimento, diante de meios tradicionais como o jornal e o cinema. É fácil para quem viveu esta época lembrar-se de termos que caíram no esquecimento como Ondas Curtas ou Ondas Tropicais. Eram amplitudes que apareciam no dial do rádio, embora já estivessem com os dias contatos.

A OC (onda curta) servia por longas décadas para a comunicação de longa distância. Era comum ouvir na chácara de minha família, situada no bairro Itaperu, transmissões em português provindas da BBC inglesa ou emissoras de língua hispânica. No Brasil, tínhamos a “Rádio Relógio Nacional”. Não tocava música, não dava notícias, mas informava a hora certa intermeada com conhecimentos gerais tipo “você sabia?”. Parece baboseira para o dia de hoje, mas guiaram muitos radiouvintes que ainda se maravilhavam com a TV preto e branco, grande concorrente da transmissão radiofônica.

Na época, tínhamos ícones nas emissoras locais que passavam pela programação das rádios Difusora, Alvorada e Educadora. Todas em A.M. (Amplitude Modulada). Ao final dos anos 70 surgem as emissoras de F.M. (Frequência Modulada), com som estéreo, como a Andorinhas (Campinas) e Difusora (Piracicaba). Nos anos 80, as FMs tornam-se celebridades. Lançaram nomes, projetaram artistas e viram febre nos walkman Sony e nos tapes Tojo.

Os anos 2000 vieram para enterrar a audiência da AM, como ocorreu com as Ondas Curtas e as Ondas Tropicais. O avanço tecnológico proporciona ouvir rádio no computador, copiar músicas em MP3 substituindo fitas cassete e long plays (LPs). Assim, a determinação da presidente Dilma Rousself em garantir a migração das AM para FM nada mais é que uma atualização necessária. Celulares pegam FM. O AM não é incorporado ao aparelho, pois, segundo os fabricantes, consome muita energia.

A migração de ondas radiofônicas faz parte da história do rádio. O som da emissora AM propaga-se para mais longe. A FM tem uma qualidade melhor. Na década passada, emissoras como a Jovem Pan passam a transmitir na FM parte de sua programação como jogos ou noticiários. A migração – agora oficializada pelo governo federal – já vem de anos. Muda-se o perfil do ouvinte ou este também migrará de frequência? Só o tempo dirá...

(A Tribuna Piracicabana, 12 de dezembro de 2013)

Carnaval dos anos 60


Curiosas fotos do carnaval de Piracicaba nos anos 1960. Acervo do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba.


Catedral de Santo Antonio



Numa época em que o relógio da Catedral de Santo Antonio está sem seu vidros, para a troca dos mesmos, uma recordação dos anos 1950, na qual vemos dois funcionários colocando os vidros, logo após a inauguração da segunda torre da igreja.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Construção do Barão da Serra Negra

Foto do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba, por volta de 1965 ou 1966. Mostra operário trabalhando na obra da arquibancada da rua Silva Jardim do Estádio Barão da Serra Negra.


sábado, 7 de dezembro de 2013

Escola de São Pedro


Curioso registro de professoras e coordenadores da escola em que hoje funciona o Museu Gustavo Teixeira, na vizinha cidade de São Pedro. Aparecem na foto, em pé: o dentista Fessel, Antonieta Matarazzo, Maria Teixeira, Doralice, Aparecida Marcondes, Maria Emília Frota Teixeira, Nilda, Leila, Mirtes, Júlia Gravena e Noedi Pereira. Sentados: Nilce, Abertina, Lili Capeleti, Aparecida Aguiar, Antonio Silveira Campos (diretor), Ligia Pereira, Haydee Nouer e Lurdinha. Foto de 1957 do acervo do Museu Gustavo Teixeira. (Edson Rontani Júnior).

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Barão da Serra Negra em construção


Construção do Estádio Municipal Barão da Serra Negra, lá pelos meados da década de 1960. Nota-se à direita a arquibancada parcialmente feita e mesmo assim funcionários já delimitam o campo. Nas arquibancadas aparecem o prefeito Luciano Guidotti, à direita, ao lado do comendador Mário Dedini, inspecionando as obras. Foto do acervo da Prefeitura Municipal de Piracicaba.

domingo, 1 de dezembro de 2013

XV de Novembro nos álbuns de figurinha



Dois importantes registros do centenário E. C. XV de Novembro encontrados no Facebook, registrando os jogadores do alvinegro em épocas distintas. Infelizmente não foram identificadas as publicações em que foram lançadas estas figurinhas.


sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Nhô Quim paulistano


Curioso registro do nosso Nhô Quim em charge feita nos anos 1960 pelo desenhista Messias de Mello para o jornal A Gazeta Esportiva. Na época, o XV estava em ótima campanha. Em seis partidas, não havia levado nenhum gol dos adversários e feito 22 a seu favor. A Ponte Preta, retratada por uma moça morena, prometia que o caipira perderia a bagagem em Campinas. Messias de Mello foi um dos principais desenhistas de quadrinhos, charges e caricaturas do país nas décadas de 1930 a 1960. Ilustrou para a Gazeta Juvenil clássicos universais como Os Três Mosqueteiros e O Conde de Monte Cristo. (Edson Rontani Júnior)

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

"Panela de pressão"


Roberto Gomes Pedrosa, conhecido por ter exercido a função de presidente da Federação Paulista de Futebol, foi goleiro defendendo a Seleção Brasileira de Futebol no Mundial de 1934. Atuou pelo Palestra Itália de 1938 a 1940. Depois partiu para carreira diante da FPF até seu falecimento em 1954. Em Piracicaba foi homenageado com o Estádio Roberto Gomes Pedrosa, situado no quarteirão onde encontra-se hoje o Hipermercado Extra, centro da cidade, a famosa "panela de pressão" ou "alçapão", como diziam os antigos. Foi neste estádio que recebeu os grandes times como Santos (Pelé jogou nele), São Paulo, Palmeiras e Corinthians. O espaço foi leiloado nos anos 1970 e hoje faz parte da memória do piracicabano como reverencia esta foto aérea de autoria desconhecida constante do arquivo do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba. (Edson Rontani Júnior)

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Coronel Barbosa


Evento comemorativo a alguma atividade esportiva no início dos anos 1980, mais precisamente no Clube Coronel Barbosa. Foto de autoria não especificada na qual aparecem Epaminondas Ferraz Filho, Idiarte Massariol, Delphim Freire da Rocha Netto e Pedro Vicente Fonseca (Pecente).

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Homenagem aos campeõs de 1948


O deputado estadual Jairo Ribeiro de Mattos anima-se em discurso realizado no Sesc-Piracicaba, em 1980, durante solenidade comemorativa a mais um aniversário da conquista da Lei do Acesso de 1948 que levou o E. C. XV de Novembro de Piracicaba à divisão principal do futebol paulista. Na foto: ???, Walter Zoccoli (gerente do Sesc-Piracicaba), Jairo Mattos, Ludovico Trevisan, Sato, ??? e Airton Pinassi. Foto sem autoria de acervo particular. (Edson Rontani Júnior)

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Mazzola


Mazzola nasceu em Piracicaba, em 24 de julho de 1938, jogando no Esporte Clube XV de Novembro da cidade de 1956 a 1958, numa época em que apenas o rádio registrada os eventos futebolísticos não apenas na cidade mas em todo o país. Diz a história que foi um excelente profissional de rápida ascensão. Antes, atuou no Clube Atlético Piracicabano de 1950 a 1954, quando conheceu os diretores Armando Dedini e Humberto D'Abronzo que buscavam, na época, colocar o time na divisão principal do futebol paulista, alegando que Piracicaba precisava de mais de um time além do E. C. XV de Novembro. 

José João Altafini. Brasileiro radicou-se na Itália, ganhou o apelido de Mazzola na Eruopa pela semelhança com o jogador italiano Valentino Mazzola. Defendeu o Palmeiras e a seleção brasileira na Copa de 1958. Em seguida, foi para o Milan.Passou também por Juventus e Napoli. Naturalizado por sua origem familiar, jogou também pela seleção da Itália. Hoje Mazzola trabalha como comentarista na televisão italiana.

domingo, 17 de novembro de 2013

Rádio Difusora


Orlando Murillo e Roberto Morais em anúncio publicado no Jornal de Piracicaba no início dos anos 1980, anunciando a equipe da Rádio Difusora que cobriria o XV de Novembro contra o Velo, naquela ocasião.

sábado, 16 de novembro de 2013

Vitória da Lei do Acesso em 1967


Foto tirada no início de 1968, na então Rádio A Voz Agrícola de Piracicaba (da Rede Piratininga de Rádio), que depois foi Rádio Alvorada, cuja frequência, hoje é ocupada pela Onda Livre A.M. No estúdio, diante do microfone "boca de jacaré", o comendador Humberto D'Abronzo (sentado) é entrevistado logo após a conquista da Lei do Acesso de 1967, quando o E. C. XV de Novembro retornou à divisão principal do futebol paulista, tendo ficado dois anos na Segunda Divisão. Atrás, entre vários, Jamil José Neto (camisa branca, sem óculos) e Xilmar Ulisses (à direita)


Sentado, entrevistando o comendador D'Abronzo, o radialista Márcio Terra, ainda hoje na ativa. À direita o dr. Mello Ayres, médico do XV na época.


À esquerda, Hugo Pedro Carradore. Sentado, entregando homenagem ao comendador D'Abronzo, o radialista Ulisses Michi

Epopéia do Futebol Quinzista Lado B


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

LP A Epopéia do Futebol Quinzista - 1968


Campeões da Lei do Acesso




Campeões da Lei do Acesso em 1948 posaram para este foto em 15 de novembro de 1980, tirada no Sesc Piracicaba. Grandes estrelas veneradas pela torcida alvinegra, aqui perfiladas: Russo, Sato, Picolino, Mário Rensi, Cardeal, Ari, Bita, Gatão, Strauss, Rabeca, Adolphinho, acompanhados de Rocha Netto, agachado à frente. Foto sem autoria identificada de acerto pessoal. (Edson Rontani Júnior)

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Confusão na área



Confusão no meio de campo no Pacaembu, na noite de 17 de janeiro de 1968, quando disputavam a única vaga do Torneio Acesso de 1967 o XV de Novembro e o Bragantino. Foto do acervo pessoal do autor do blog.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Fotos de partida do E.C. XV de Novembro de Piracicaba

Fotos de acervo pessoal sem identificação de qual partida, em qual local e contra quem o time piracicabano jogava. Pelas fotos, nota-se que a partida deve ter ocorrida no Estádio Roberto Gomes Pedrosa, situada no terreno em que se encontra hoje o Supermercado Extra, centro de Piracicaba. Atrás, carimbo vermelho com a inscrição Foto Studio Rezende, Mário Crivellani, Fotógrafo, Av. Ruy Barbosa 305.


Anotação a mão, em lápis na foto : 1ª faze valente tedio na área do XV. Resultado 0 x 0


Anotação : 1°. goal na 1ª. faze numa estupenda cabeçada de Bertinho


Anotação a mão na foto : 2°. goal 2ª faze. Goal de Nelsinho


Anotação à mão na foto : 3° goal de Nelsinho 2ª. faze

sábado, 9 de novembro de 2013

Mika


Ademir Carloni, importante lateral do E. C. XV de Novembro de Piracicaba no início dos anos 1980. Foto extraída do livro XV DE PIRACICABA, de Rocha Netto. Com sua simpatia peculiar, Mika, como é conhecido, mantém uma loja de presentes muito bem frequentada na rua Boa Morte, Centro de Piracicaba.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

"Nhô Quim" na mídia paulistana





Após subir para a divisão principal do Paulistão, o E. C. XV de Novembro passou a ser retratado pela pena de muitos artistas, embora a versão mais conhecida e longeva (49 anos seguidos) foi a criada por Edson Rontani e publicada nos jornais locais, incluindo esta “Tribuna” na década de 1990. Porém, a mídia da capital também possuía sua versão do caipira alvinegro, como esta publicada no semanário “O Governador”, em que o Nhô Quim leva uns côcos na cabeça atirados pelo papagaio do Palmeiras. O Nhô Quim foi desenhado por artistas como Nino Borges, Messias de Mello, Almir Bortolassi e Manolo, com ênfase em “O Governador” e em “A Gazeta Esportiva”. (Edson Rontani Júnior)