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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Escolas, igrejas e ruas são os temas dos livros do Ipplap

   O Ipplap (Instituto de Pesquisas e Planejamento de Piracicaba) lançou em dezembro os dois primeiros volumes da série Patrimônio Cultural de Piracicaba: Escolas (vol. 1) e Igrejas (vol. 2). A ideia para a criação da série foi do prefeito Barjas Negri. Os livros buscam apresentar um breve histórico sobre a cidade nos diversos setores. Os dois primeiros livros resgatam ao leitor os primórdios da educação, religiosidade e o volume independente traz fotos antigas de ruas e avenidas de Piracicaba. O prefácio é do prefeito Barjas Negri. 

ESCOLAS - Até a instituição do regime republicano, Piracicaba oferecia poucas possibilidades de ensino para a população, levando os filhos das famílias mais bem posicionadas socialmente a procurar escolas em Itu ou São Paulo. Iniciativas particulares foram comuns na cidade, principalmente para suprir aquela carência inicial. Professores formados na capital, ou mesmo fora do Brasil, abriam suas casas para receber os alunos, ou eram contratados como tutores. O incremento populacional obrigou o Estado a espalhar escolas por toda a cidade, em atenção às reivindicações da população. E quem não se lembra da sua primeira escola, da primeira professora, do barulho da criançada no recreio, das brincadeiras com os colegas, das crianças enfileiradas no pátio para cantar o Hino Nacional assistindo ao hasteamento da Bandeira? O Departamento de Patrimônio Histórico do Ipplap revirou o fundo do baú, memórias e fotos de algumas das mais tradicionais instituições escolares de Piracicaba.

IGREJAS - A religiosidade e a fé acompanharam o desbravamento do território brasileiro. Em Piracicaba não foi diferente. Poucos anos após a instituição da Povoação, já havia a determinação da construção de uma capela para os ofícios religiosos e também para o enterro dos católicos na margem direita do Rio Piracicaba, local que atualmente se encontra no parque do engenho Central, berço da cidade. Quando a transferência da povoação para a margem esquerda, o local escolhido para a esplanada na nova matriz determinou a urbanização de Piracicaba. A partir da localização das atuais praças da Catedral e José Bonifácio, foi determinado o traçado urbano, com as ruas perpendiculares e paralelas ao local, onde também se instalou a Câmara Municipal. Com a proibição do regime escravocrata e o consequente crescimento da imigração europeia, povos que professavam religiões não católicas passaram a se instalar em Piracicaba, trazendo consigo suas crenças e fé religiosa, além de novas casas de culto. A liberdade religiosa conquistada após a separação entre o Estado e a Igreja Católica permitiu o livre arbítrio da população piracicabana, oriunda de várias partes do mundo.

RUAS ANTIGAS - A configuração urbana de Piracicaba ocorreu após a delimitação e delineamento das primeiras ruas centrais, com orientação do senador Vergueiro e execução do Alferes José Caetano. A partir da esplanada, onde seria construída a Matriz de Santo Antonio, foram traçadas as ruas paralelas e perpendiculares que definiriam a malha urbana da cidade a partir de sua expansão além dos limites geográficos mais significativos, como o Córrego Itapeva e o Rio Piracicaba. “Pelas Ruas da Antiga Piracicaba” traz uma seleção de velhas fotografias das mais antigas vias da cidade, pelas quais podemos percorrer os caminhos da memória.

Fonte: GAZETA DE PIRACICABA

Salão de Humor de Piracicaba vira internacional!

18 de agosto de 1978. O jornal "O Estado de São Paulo" anuncia que o Salão de Humor de Piracicaba viraria internacional em sua sexta edição. A abertura se daria em 3 de setembro daquele ano no Teatro Municipal contando com um juri composto por Laerte, Angeli, Glauco e outros. Confira reprodução da matéria em melhor resolução, clicando aqui.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Inundação do Rio Piracicaba




Foto aérea tirada na primeira metade dos anos de 1960, no bairro Itaperu, Piracicaba. Para localizar-se melhor basta notar que na parte superior à direita está o Nauti Clube Bela Vista, situado próximo ao Parque Piracicaba (BALBO). Não há maiores detalhes sobre quem tirou a foto, sua data ... Nota-se que o Rio Piracicaba transbordou de forma que inundou as áreas que os ladeiam. As margens naturais podem ser observadas pelas árvores nas duas margens. (Edson Rontani Júnior)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Tradição de 102 anos


Publicidade veiculada em revista local nos anos de 1950 mostrando a tradição da Caninha Tatuzinho, que tem hoje seus 102 anos de presença no mercado.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Os Três Garimpeiros



A atriz Luana Marcial aparece neste foto tirada em 1954 às margens do Rio Piracicaba. Ela esteve na cidade para filmar “Os Três Garimpeiros”, produção cinematográfica da Fama Film e da Produtores Independentes Ltda. dirigida pelo italiano Gianni Pons. A foto cedida por Gregório Marchiori que a guarda a sete chaves. O próprio Marchiori participou como coadjuvante da obra que poucos têm, poucos a assistiram e que se tornou popular em Piracicaba por possuir cenas filmadas no Engenho Central, Monte Alegre, Chácara Nazareth e outras regiões da cidade. No elenco, Alberto Ruschel, Milton Ribeiro, Adoniran Barbosa (estes três presentes também em “O Cangaceiro”, rodado um ano antes), Aurora Duarte e Hélio Souto. (Edson Rontani Júnior).

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O registro para a eternidade


Foi-se o tempo de registrar para a posteridade aquele momento, aquele instante que proporcionou o nome de "instantâneo", fotografia, foto ou retrato. Isso rendeu muitas criações para o ser humano, criou lembranças eternizadas e fez para muitos profissionais o ganhã-pão diário. A profissão de fotógrafo era é das mais luxuosas no final do século 19. Acima foto da Kodak brasileira. Leia mais sobre o álbum de retrato clicando aqui.

Vídeo - O Tem Paulista


Video recuperado pelo Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba mostrando as estações de trem do Estado de São Paulo

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

4° Salão de Humor de Piracicaba em discussão

O jornal "O Estado de São Paulo" fala dos investimentos para a arte na matéria intitulada FUNARTE LIBERA UM MILHÃO DE CRUZEIROS PARA A XIV BIENAL. A edição é de 23 de julho de 1977. Nela, havia apoio da Associação dos Jornalistas. Leia a matéria em melhor resolução, clicando aqui.


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Revolucionários

Fotos da Travessa situada entre o prédio da Câmara de Vereadores e o prédio do antigo Fórum de Piracicaba, vendo-se, acima a Igreja São Benedito. Este pequeno trecho situa-se entre as ruas Alferes José Caetano e Rosário, tendo acesso pela rua Prudente de Moraes. Chama-se TRAVESSA REVOLUCIONÁRIOS DE 1842, um dos primeiros levantes do país para acabar com a monarquia e instituir-se no país da República. Não deu certo, como bem a história conta. 
Guilherme Vitti em "Manual de História Piracicabana", de 1967, diz que, em 1842, quando Piracicaba ainda era denominada de Vila Nova da Constituição, uma "cavalhada numerosa" invadiu o largo da Matriz e seus membros procuraram o prédio da Câmara Municipal destituindo os donos dos poderes e as autoridades locais. Eis que repica o sino chamando a população da cidade para que soubessem que a mesma estaria sobre o comando do Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, que então revoltara-se contra o Governo da Província. Quem se recusava a deixar o cargo político ou de autoridade, era mandado à cadeia. Do jeito que a horda revoltosa surgiu, também desapareceu. A ocupação durou um mês. Os revoltosos partiram para a vila de Campinas onde o governo federal defendeu com armas o grupo que pregava o ideal republicano. A Guarda Municipal ficou com as sobras de armas e munições sem utilidade, uma vez que as melhores foram levadas pelo galopantes. 

Título da postagem


Publicidade da piracicabana TATUZINHO veiculada no "Estado de São Paulo", em 12 de junho de 1966.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Algo acontece na Governador com São José ...

Rua Governador Pedro de Toledo esquina com a Rua São José. Lá pelos idos dos anos de 1960. Do lado esquerdo a Guidotti e Cia., concessionária de veículos famosa em Piracicaba. Hoje abriga a Struk Presentes. Do lado direito, um restaurante. Ao fundo, o Edifício Luciano Guidoti, situado na esquina da Governador com a Rua 13 de Maioi.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

General Figueiredo fala do Salão de Humor de Piracicaba


Repórter de "O Estado de São Paulo" cutuca o candidato General Figueiredo sobre a abertura. "O humorista Henfil, disse, no 5°. Salão Internacional de Humor de Piracicaba, que o presidente Geisel concedeu liberdade de imprensa para que o senhor fosse popularizado". A resposta você pode ler acessando a página aqui.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Contribuição do sr. Elias Jorge



Foto de 17 de março de 1959 cedida pelo gentil Elias Jorge. Recepção ao Dr. Marcio Ribeiro Porto, Secretário de Estudo do Governo de São Paulo, que compareceu para a formatura do Conservatório Dramático e Musical de Piracicaba. Da esquerda para a direita: Dr. Lacerda Cardim, Elias Jorge, Rozany Martins de Barros Jorge diretores do conservatório, Dr. Marcio Porto, Luciano Guidotti prefeito de Piracicaba. Na parte de traz Dr. Jacob Dihel Netto e dep. Valentim do Amaral (encoberto).

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Álbum de retratos


O jornal "O Estado de São Paulo" lançou o blog ÁLBUM DE RETRATOS que traz uma série de fotografias antigas, como a que se encontra acima, tirada em Santos, numa época em que os trajes sumários... eram sumários mesmos !!! Homem deveria cobrir parcialmente seu tórax. É um registro interessante pois as imagens são cedidas por pessoas comuns, de seus álbuns particulares. O mais interessante é ler as declarações de que enviou as fotos. O blog é coordenado por Luciana Garbin e João Emilio Gerodetti. Luciana Garbin é editora dos cadernos Cidades e Metrópole do Estadão. João Emilio Gerodetti é engenheiro e colecionador de fotografias e postais antigos. Acesse pelo endereço http://blogs.estadao.com.br/album-de-retratos/

domingo, 2 de dezembro de 2012

Cemitério da Saudade - o início




Talvez o Cemitério da Saudade tenha surgido aqui. São alguns do primeiros túmulos que tem-se notícia. Datam da segunda metade do século 19, com datas dos enterros ocorridas por volta de 1880.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Sanatório São Luiz


   Muito longe de pensarmos que um santório era local de doidos varridos, o Sanatório São Luiz, instalado em Piracicaba, cuidava dos tuberculosos. Foi implantado na cidade pelo Barão de Rezende como forma de amparar os doentes da tuberculose.

   Tudo começou quando o Barão perdeu para esta doença o seu filho Luiz, em 1902, pouco tempos depois dele se formar em medicina. A doença era de difícil cura na época e normalmente era fatal. 

   O Sanatório São Luiz teve vida curta. Surgiu em 1926 e fechou em 1930 após deixar de receber provenções federais, as quais foram cortadas pelo Presidente Getúlio Vargas como repúdio à Revolução de 30. 

   Este sanatório funcionava onde hoje está a Avenida Barão de Serra Negra próximo ao local em que foi construído o Hospital Fornecedores de Cana. Na ausência de registros fotográficos da época, a foto acima mostra o Barão da Serra Negra homenageado com avenida onde situava-se o Sanatório.

Mazolla fez a barba


   João José Altafini, o Mazzola, fez a barba em comercial das lâminas de barbear Big-Ben, publicado na revista Manchete de 5 de julho de 1958. Naquele ano, o Brasil sagrou-se campeão mundial de futebol. A sexta copa mundial ocorreu na Suécia com seleções. O Brasil venceu os donos da casa por 5 a 2.
  
  

domingo, 25 de novembro de 2012

Selo do Bicentenário de Piracicaba


Outra relíquia a venda no Mercado Livre. Selo comercial lançado em 1967 pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) comemorando o Bicentenário de Piracicaba, com o tradicional peixe que representa a cidade "onde o peixe pára".

sábado, 24 de novembro de 2012

Ilhas do Salto do Rio Piracicaba


A idéia de ocupar as ilhas vistas sobre o salto do Rio Piracicaba, entre a Ponte Irmãos Rebouças e as proximidades da Ponte Pênsil, é antiga. É velha a intenção de criar centros de lazer em pleno Rio Piracicaba. Porém, por várias vezes, a idéia é abandonada devido às cheias do rio e ao perigo de se chegar até estas ilhas, sem contar com o fervor da correnteza.

Na década de 1990, o prefeito Antonio Carlos de Mendes Thame fez novo estudo para que as ilhas abrigassem lanchonetes e bares.

Porém, a idéia, pelo que se tem registrado através do livro "Manual da História Piracicabana", do professor Guilherme Vitti, já vinha de 1879, quando André Sachs instalou um parque de diversões numa das ilhas próxima à "Ponte do Mirante". Para isso pediu permissão na época à Câmara de Vereadores. Não existia o poder executivo, uma vez que ainda estávamos na monarquia. O único registro da Câmara de Vereadores não dá maiores detalhes. Sabe-se que o parque chamou a atenção dos piracicabanos no verão daquele ano.

Foto de autoria desconhecida - internet

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Rodoviária John F. Kennedy


Foto retirada do Facebook, mostrando como era a Rodoviária John Fitzgerald Kennedy, situada no Centro de Piracicaba, no mesmo local em que se encontra hoje. Foi reformada no início dos anos 1990, na gestão do prefeito José Machado e está bem melhor atualmente.


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Carlos Botelho - do Parque da Aclimação à ESALQ


O Parque da Aclimação virou um espaço de lazer no fim dos anos 1930. Seu criador foi o médico Carlos José Botelho (1855-1947). Estudante em Paris, ele se impressionou com o Jardin d’Acclimatation – área que incluía zoológico, com aclimatação de espécies exóticas e centro de reprodução, seleção e hibridação de animais. Decidiu então fazer algo parecido no Brasil e, após voltar, comprou na zona sul paulistana o Sítio do Tapanhoin, na Aclimação.

Dono de um currículo invejável, ele foi, entre outras coisas, o primeiro diretor clínico da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o construtor da Escola Agrícola Prática Luiz de Queiroz, em Piracicaba, e, como secretário da Agricultura, Viação e Obras Públicas do Estado de São Paulo, o responsável pelo início da imigração japonesa no Brasil.

A foto acima mostra uma grande curiosidade da história do Parque da Aclimação: os camelos. Por alguns anos, esses animais fizeram ali a alegria dos visitantes – sobretudo crianças – e, por tabela, de lambe-lambes que ganhavam dinheiro fazendo seus retratos. Como João Lucera, o autor dos dois primeiros retratos deste post, e Carvalho, responsável pela imagem abaixo de uma família.


domingo, 18 de novembro de 2012

Nos retratos, a 'indelével lembrança' de um tempo


Homero Fonseca é o garotinho desta foto tirada em 1937 na Praia do José Menino, no litoral sul paulista. Ele nos conta que seu pai – o senhor de chapéu, terno e gravata a seu lado – era cardíaco e, por indicação médica, teve de ir a Santos e São Vicente para amenizar sua pressão e “tomar ares iodados”. “Ele então me levou como companhia”, lembra Homero, que vive em Piracicaba, no interior de São Paulo. Os dois conviveram por mais três anos, até que, em 1940, seu pai faleceu. “Na época desta foto, eu tinha 6 anos. E, passadas sete décadas e meia, exatamente hoje estou completando 81.” 20 de agosto de 2012 (http://blogs.estadao.com.br/album-de-retratos?s=piracicaba)

Nos retratos, a 'indelével lembrança' de um tempo

LIZ BATISTA - O Estado de S.Paulo

Nos dias de hoje, tempos em que fotos podem ser feitas e divulgadas em questão de segundos, compreender um retrato do século 19 e do início do 20 é viajar no tempo. É também um exercício de imaginação, onde são revelados os significados particulares do ato de retratar e de ser retratado naquele tempo.

No Brasil, a disseminação da revolucionária técnica da fotografia coincide com o fim do reinado de d. Pedro II, um de seus grandes entusiastas, e com o nascimento da República. No momento em que o novo governo costurava à identidade nacional seu projeto republicano, a fotografia popularizava-se como um produto de consumo. O retrato passou a ser um hábito e uma solenidade entre os cidadãos e famílias dos novos tempos político e social do País.

Os classificados do Estado desse período estão repletos de anúncios de Photografos e Estudos Photographicos buscando conquistar clientes, fosse pela promessa de belos resultados, pelo bolso ou pela tradição. Anúncios de fotografias feitas por meio do processo Lambertypie; Chromo-Photographia; Retratos ao luar, Retratos alabastrados, Retratos de crianças; Photographia Americana, Allemã, Campineira - esta, tradicionalíssima, referia-se ao processo pioneiro empregado por Hércules Florence, em 1833, na cidade paulista de Campinas, e por ele batizado de photographie.

Nesse disputado mercado da imortalização da imagem, um anúncio explicava o valor do serviço e do produto oferecido, o retrato: "indelével lembrança que deixa-se à família ou a amigos, na dura ausência de viagens eternas ou passageiras". Por cerca de 5 mil réis a dúzia, estava à venda a possibilidade de realizar-se o sonho de vencer o indesejável esquecimento trazido pelo tempo.


Publicidades de um século

Publicidades de 1915 publicadas no Almanak de Piracicaba. Acima um dos primeiros jornais da cidade que nada tem a ver com a atual "Gazeta". Abaixo, tradicional loja de armarinhos situada onde hoje está a Praça José Bonifácio. Na época, faturava com os hábitos de utilizar-se chapéus e bengalas, tradições importadas da Europa.



sexta-feira, 16 de novembro de 2012



Santa ingenuidade temos quando criança. Me lembro com muita satisfação, na casa dos meus dez anos, quando ouvia falar no “Coelhinho”. Logo vinha à memória a imagem de um roedor branco ou cinza, com um rabinho pom-pom, cuja ligação mais próxima era a de nos brindar com ovos de chocolate na Páscoa. Francisco Antonio Coelho, o Coelhinho, em foto reproduzida de original que se encontra no plenário de Câmara de Vereadores (o qual leva seu nome), pode não ter sido um expoente da Semana Santa, mas deixou seu legado como legítimo representante da política local. Foi vereador por quatro mandatos, de 1960 a 1972, quando elegeu-se deputado estadual. Chegou a ser cogitado como candidato a prefeito em 1982, em plena abertura política.