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domingo, 10 de dezembro de 2017

Memórias Esculpidas



quinta-feira, 2 de novembro de 2017

A forca em Piracicaba

   Registros indicam que Piracicaba teve sua forca. Isso entre os anos 1822 e 1860. A cadeia pública situava-se onde hoje está a praça José Bonifácio. Era um sobradão amplo de feia arquitetura, situada ao lado da Câmara de Vereadores e junto ao posto policial. Havia celas para homens e mulheres. Uns falam que o local era na praça Tibiriçá, onde está a escola Moraes Barros na atualidade.
   Como forma de repreender o crime, a forca de Piracicaba teve pouca utilidade. Foi utilizada apenas duas vezes. Localizava-se no mesmo terreno em que se encontrava em 1967 o Posto de Saúde.
   Em 1853 foi derrubada a machadadas sob aplausos de curiosos e espanto dos executores da lei. Daniel de Oliveira Franco derrubou a forca sem qualquer autorização ou motivo aparente. Foi processado pelas autoridades pela atitude.


domingo, 29 de outubro de 2017

Caninha Tatuzinho - Consagração pública

A Caninha Tatuzinho, produzida em Piracicaba desde 1910 - ainda hoje na ativa, envasada pela Usina São Pedro, situada na cidade de São Pedro - levou o nome de Piracicaba para todos os cantos do país. Ela começou a ser fabricada em larga escala nos anos 1950. Teve grande repercussão como "o melhor aperitivo nacional", mote levado em consequência soa concorrentes europeus como Martini e White Horse, entre outros. Na foto abaixo, Sisto Cório, diretor da empresa, recebe um dos diplomas de consagração pública, cujos outros diplomas estão expostos nas duas fotos inferiores.







domingo, 1 de outubro de 2017

Piracicaba em 1837

   A Vila Nova da Constituição, em 1837, tinha doze quarteirões e 10.291 habitantes. Produzia açúcar, aguardente, café, arroz, feijão, milho, azeite de amendoim, fumo, algodão, porcos, gado e cavalos.
   A cidade tinha 650 crianças. Cerca de 200 casamentos foram feitos naquele ano e 23 mortes por crime.
   A Guarda Nacional já funcionava por aqui com 429 praças e cavalaria com 76 animais. Além deles, a cidade tinha 59 carpinteiros, 1 pintor, 10 ferreiros, 2 seleiros, 3 ourives, 2 oleiros, 5 tecelões, 1 padeiro, 1 pedreiro, 14 alfaiates, 25 sapateiros e 1 caldeireiro.
   Do total, 395 pessoas eram alfabetizadas.
   A primeira escola foi criada em 13 de fevereiro de 1826 sendo que a primeira aula ocorreu em 12 de abril do mesmo ano, com 55 alunos. Era época da palmatória. O primeiro professor foi Joaquim Floriano Leite, que por aqui ficou poucos dias. Foi substituído por Manoel Morato de Carvalho. O terceiro professor foi Vicente do Amaral Gorgel. Um dos professores com mais vida longa foi o padre José Maria de Oliveira.

(Nota do autor: por não haver fotografias na época, esta postagem fica sem registro fotográfico...)