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sábado, 24 de junho de 2017

Roberto Azevedo - ilustre piracicabano


Roberto Azevedo - Piracicaba, São Paulo,  em 1951 – São Paulo em 30/04/1988

O ator Roberto Azevedo começou no teatro na década de 60. Foi para a televisão em 1972 integrando o elenco jovem da novela “Eu e a Moto” da TV Record.

Em mais de 20 anos de carreira, trabalhou em 29 peças teatrais, a última delas “O Feitiço” e fez quatro novelas (“Eu e a Moto”, “Jogo da Vida” e “Elas por Elas”, ambas na TV Globo e “Razão de Viver” no SBT). Suas participações mais lembradas são no entanto nos programas humorísticos: “O Planeta dos Homens” e “Veja o Gordo”.

No cinema, atuou em dois filmes: A Noiva da Cidade em 1978; e Vamos Cantar Disco Baby, em 1979.

Faleceu em 30 de abril de 1988 no Hospital Emílio Ribas, na capital paulista, por complicações decorrentes da AIDS. À altura da sua morte, passou a integrar ao elenco de humoristas do SBT e protagonizava a comédia teatral O Feitiço, de Oduvaldo Vianna Filho. Foi enterrado em Piracicaba.

Televisão - trabalhos
1972/1973 - Eu e a Moto
1973/1975 - Chico City - Vários Personagens
1976/1980 - Planeta dos Homens - Vários Personagens, como Charles
1981/1982 - Jogo da Vida - Zelito Bonaiutti
1982 - Elas por Elas - Amoroso
1982 - Estúdio A...Gildo - Vários Personagens
1983 - Razão de Viver - Lauro
1984/1987 - Viva o Gordo - Vários Personagens

Cinema - trabalhos
1978 - A Noiva da Cidade - Maneco
1979 - Vamos Cantar Disco Baby - Tufik

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Selo dos 250 anos



   O prefeito Barjas Negri apresentou em abril o logotipo oficial para as comemorações do aniversário de 250 anos de Piracicaba. O trabalho escolhido foi o do publicitário Fábio Grecchi, após votação dos integrantes de comissão criada para as festividades da cidade.

   O concurso, promovido pela Prefeitura, recebeu pela internet 22 trabalhos de publicitários de Piracicaba e de outras cidades da região, como Campinas.

   De acordo com o prefeito Barjas Negri, a programação do aniversário será extensa e ainda brincou que o mês de agosto deveria ter 40 dias para caber toda a programação. "Mas isso é bom, isso significa que as pessoas estão participando. Eu tenho certeza que teremos bons eventos, bons lançamentos de livros, bons debates e que nós teremos a melhor programação de 250 anos". Barjas ainda frisou que espera que a imprensa divulgue bem e que o logotipo pode ser utilizado por quem quiser nas suas comunicações e papelarias.

   Para a escolha, foram apresentados os trabalhos (sem qualquer identificação) e foi feita uma primeira votação. Dos 22, restaram seis propostas. Em seguida, em nova votação, foram escolhidos três e, com 16 votos, acabou sendo escolhido o logotipo do publicitário Fábio Grecchi.

   O logotipo criado pelo publicitário Fábio Grecchi buscou inspiração nas belezas que as pessoas, tanto os piracicabanos quanto os turistas, veem na região da Rua do Porto, um dos principais cartões-postais de Piracicaba. "Juntei os elementos Engenho Central, peixe e rio à cana-de-açúcar, para ressaltar tantos as belezas naturais quanto lembrar o desenvolvimento da cidade, por meio do agronegócio", explicou Grecchi.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Homenagem SESI 1963


Registro fotográfico de 1º de maio de 1963, dia do trabalhador daquele ano. O diretor do SESI de Piracicaba Prof. Rubens Oscar Guelli junto com a assistente social Maria Stella de Morais Aguiar entregam o troféu do SESI para o Presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Alimentação de Piracicaba, Vereador Silvio de Cillos. Contribuição enviada pelo leitor Milton Augusto Guelli.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Ponte Irmãos Rebouças



   A Ponte Irmãos Rebouças, mais conhecida por Ponte do Mirante, foi criada na intenção de ligar uma linha férrea de Piracicaba a Limeira. Ela foi inaugurada em 15 de maio de 1875, sendo a primeira ponte de concreto armado do país.
   Os responsáveis pela obra foram os irmãos Rebouças, por isso esta denominação. Eram dois os irmãos: Antonio Pereira Rebouças Filho (1839-1874) e André Pinto Rebouças (1839-1874). Eram negros e tiveram a chance de viajar para a Europa onde se aperfeiçoaram em engenharia civil. Foram dois desbravadores na época, já que havia grande preconceito com relação aos negros escravos e seus descendentes. 
   Na época Piracicaba contava com 8 mil habitantes e "5.400 escravos". Existia uma ponte que ligava o Centro a Vila Rezende, situada na mesma localidade onde está a ponte. Porém, ela era de madeira e necessitava constantemente de reparo devido ao aumento da vazão do Rio Piracicaba.
   Várias empresas de trem estudaram o prolongamento da linha férrea de Piracicaba levando-a a Limeira. As Companhias Paulista, Ituana, Sorocabana e Mogiana iniciam uma disputa que foi saudável para a evolução da cidade. A Paulista contratou Antonio Rebouças para a direção técnica da obra. Os serviços foram iniciados mas ele não vê a conclusão da obra, já que falece em 24 de março de 1874, aos 34 anos, devido à malária.
   A ponte foi finalizada em 15 de maio de 1875 mas sua efetiva utilização ocorre dois anos depois. A Companhia Paulista desiste da ideia e quem passa a explorar sua utilização é a Ituana que acaba fundida com a Companhia União Sorocabana cuja estação situava-se onde encontra-se hoje o Terminal Central de Integração. 
   Os trens circulavam pelo lado direito da ponte sentido Centro-Vila Rezende. Partiam para onde está a avenida Juscelino Kubistchek de Oliveira e partiam para Ártemis. Circularam até 1971 quando o prefeito Adilson Benedito Maluf aproveita a estrutura e faz uma ponte de concreto para veículos. 

sábado, 13 de maio de 2017

Da época em que professores usavam gravatas ...



Foto muito antiga. Mais precisamente do ano de 1944, numa época em que os professores usavam terno e gravata para lecionar aula ! Esta foi tirada na Escola Normal Oficial de Piracicaba, hoje Escola Sud Mennucci. As professorandas juntas à Jethro Vaz de Toledo, Belmudes e Ademar. À esquerda, em pé, Zilda Giordano V. de França (também aluna de Thales Castanho de Andrade), mãe da escritora Ivana Negri França que nos brindou com este registro fotográfico.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Os 50 anos da Guarda Mirim de Piracicaba

O Instituto Formar - antiga Guarda Mirim de Piracicaba - lançou livro sobre seus 50 anos de atuação na cidade. Faça download da edição virtual neste link http://www.institutoformar.org/instituto-formar--livro-50-anos



quinta-feira, 4 de maio de 2017

Largo da Santa Cruz



   O Largo da Santa Cruz foi construído no Bairro Alto, segundo bairro de Piracicaba, na intenção de reunir pessoas, realizar festas e eventos cívicos. Era mau visto pela sociedade por reunir ex-escravos.

   No local constava uma capela, denominada Capela Santa Cruz do Mato, uma das primeiras construções religiosas da cidade. Ela foi erguida em 1869, sendo demolida no primeiro meio século dos anos 1900.

   No local, em memória, foi colocada uma grande cruz de granito, removida depois para a Paróquia do São Dimas. Hoje, o largo conta com um cruzeiro que representa a capela demolida.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Usina Capuava



   Fundada em 1886, por um engenheiro dinamarquês, hoje, na sua quarta geração, a Fazenda Capuava iniciou suas atividades com inovações e técnicas modernas na fabricação de peças de madeira pelos imigrantes dinamarqueses que costumeiramente tomavam AQUAVIT.  Como no Brasil não havia esta bebida, estes imigrantes iniciaram a plantação de cana-de-açúcar objetivando a produção de um destilado alcoólico.

   Assim iniciou-se a fabricação da Primeira Cachaça Artesanal da Região de Piracicaba -SP. Com o excelente solo e clima propício foi com a cana-de-açúcar que a Fazenda Capuava encontrou a sua vocação.

   A Capuava objetivando sempre a qualidade trabalha desde a escolha da muda, junto as mais modernas técnicas agrícolas, até um conjunto de fatores que permitem um maior rendimento e conservação do solo. A qualidade da cachaça é o reflexo desta excelente matéria-prima.

  Hoje a Fazenda Capuava fabrica em sua destilaria com a mesma tradição e qualidade de seus fundadores, a genuína cachaça brasileira. Tudo isso com responsabilidade social, mantendo em seus arredores uma das maiores reservas de mata nativa da região e importantes reservas hídricas, permanentemente recuperadas e reflorestadas.

   Depois de plantar, cultivar e transformar a matéria-prima em produto final, a Capuava fornece cachaças de diversos padrões organolépticos para empresas ao redor do mundo no segmento de bebidas finas.


sábado, 22 de abril de 2017

Palacete do Monte Alegre


   A Usina Monte Alegre tornou-se famosa por seu palacete que reuniu a alta sociedade piracicabana além de convidados ilustres. A família Silva Gordo doou o palacete ao Lar dos Velhinhos de Piracicaba que vem cuidando de seu restauro e reforma.

   Nele passaram e pernoitaram importantes celebridades como o político e cônsul italiano Serafino Mazzolini, a filha do ditador italiano Benito Mussolini - Edda Mussolini, embaixador Macedo Soares, cônsul italiano Giuseppe Castruccio, o governador paulista Adhemar de Barros, o empresário Assis Chateaubriand (dos jornais e emissoras de tv Diários Associados), entre outros.

   Também por lá passaram o presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira e o governador Jânio Quadros.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Números do Barão da Serra Negra

Estádio Barão da Serra Negra


Fundação: 4 de setembro de 1965
Capacidade: 26.528 pessoas
Capacidade atual: 18.799
Maior público pagante: 24.828 pessoas - XV de Piracicaba e Corinthians em 1978
7.570 cadeiras cativas atualmente
40 metros tem a pista de atletismo em volta do gramado

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Mortos do Comurba



O Edifício Luiz de Queiroz, da Comurba (Companhia de Melhoramentos Urbanos), desabou às 13h40 do dia 6 de novembro de 1964, uma sexta-feira. 



Foram 47 mortos:
Adair Ribeiro Filho, Adélia Maques Pereira, Adelino Siuza, Afonso José Mendes de Barros, Almerinda Marques Pereira Coroas, Ana Isabel Marques Pereira, Antonio Dalmazio, Antonio Fernandes, Antonio Neder, Benedito Eleutério, Benedito Silva, Clarice Carrel, Clovis Galvani, Delzo Barbosa, Eduardo Tomio Kida, Emília Afonso Crivelari, Fátima Lúcia Pereira Coroas, Felisberto Maltione, Francisco Arique, Francisco Souza, Gilberto Cizoto, Hercules Luiz Gonçalves, Jair Rodrigues, João Batista de Oliveira, José Carlos Botão, José Francisco Teles Rodrigues, José Inácio, José Jesuíno da Silva, José Pissinato, Laurindo Oliveira, Lázaro de Oliveira Campos, Ludovico Felipe Neto, Luiz Correa Menezes, Manoel Ferreira Grosso, Maria do Carmo Marques Pereira, Mário Martinez Romera, Murilo Custódio, Nelson Nunes, Nestor Gilberto de Lima, Olívio Rizzo, Ovídio Magri, Roberto Foguel, Sebastião Leite, Sebastião Pinheiro, Vitório Moreti.

sábado, 1 de abril de 2017

Balas Atlante

   Tradicional empresa de Piracicaba, a Balas Atlante continua ativa no mercado.
   Na década de 1920, o Sr. José Petrin, imigrante italiano e um dos pioneiros no Brasil na fabricação de balas e confeitos, inicia uma história de sucesso na fabrica de balas “ A Americana” situada na rua do Gasometro em São Paulo.
    Em 1931 inicia seu próprio negócio em  Piracicaba – SP, região açucareira, com o nome de José Petrin.
   Em 1946 o nome passa para Atlante Balas e Caramelos.
   Em 1970, sob o comando do Sr. Hermínio Petrin Júnior a fábrica ganha novas instalações e se especializa na fabricação de produtos farmacêuticos para terceiros na forma de pastilhas e balas medicinais.
   Desde então, Atlante atende as mais diversas industrias nacionais e internacionais.