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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Estação da Paulista - Piracicaba


O nome de uma empresa ferroviária acabou batizando um bairro em Piracicaba. A Paulista recebe este nome por ter sediado, no século passado, uma ramal da Cia. Paulista de Estradas de Ferro, estabelecida no estado de 1922 a 1971. O bairro rendeu muitas famílias ilustres a Piracicaba. Histórias contadas no livro "Paulistenses", muito bem redigido por João Humberto Nassif. A foto, tirada na primeira metade do século XX, de autoria desconhecida, mostra um período em que terno e chapéu faziam parte de nosso modismo, este importado da Europa. O ramal para Piracicaba começou a ser construído em 1917 ligando Limeira a Piracicaba. A Cia. Paulista mudou de nome para Fepasa de 1971 a 1998, quando fechou suas portas. Em 1977 deixou de transportar passageiros, dedicando-se apenas a cargas. Nos anos 90 o terminal foi abandonado. Na administração Barjas Negri foi restaurado abrigando centros culturais. (Edson Rontani Júnior)

sábado, 6 de setembro de 2014

Shopping Center


Os anos 1980 foram de revolução para Piracicaba. Eram implantadas as culturas norte-americanas do fast-food e dos shopping centers, os quais tínhamos acesso apenas nos filmes do cinema. Ao final da primeira metade da década, a cidade contava com o Shopping Ziliat e logo depois com o Shopping Cidade Alta. Em 1987, no mês de outubro, é inaugurado o Shopping Center Piracicaba o qual, como se vê na fotografia aqui reproduzida possuía lojas âncoras como a extinta Mesbla e a Lojas Americanas que fechou as portas no início dos anos 2000, retornando logo em seguida com uma loja mais enxuta. Centro de consumo e lazer, o shoppings funcionam como as antigas praças onde casais se encontravam ao lado do coreto. A obra, em andamento na foto, eram realizadas pela Incorpordora Chap Chap. (Edson Rontani Júnior)

sábado, 30 de agosto de 2014

Salgot por Stella


O retratista: Angelino Stella. O retratado: Francisco Salgot Castillon. Peça publicitária utilizada na primeira metade dos anos 1950 quando Salgot era candidato a prefeito de Piracicaba. Stella e Salgot : dois ícones piracicabanos, o primeiro na arte e cultura e o segundo na política. Stella frequentou a Escola de Belas Artes de Piracicaba e foi diretor, até os anos 1970, da Casa de Artes de Piracicaba (Pinacoteca). Salgot foi chefe do executivo piracicabano em 1959 e 1968, além de vereador e deputado estadual - em ambos os cargos também por duas legislaturas. Em sua gestão foi construída e pavimentada a avenida Beira Rio, que margeia nosso Rio Piracicaba, por isso, o Museu da Água, situado nesta via, leva seu nome. (Edson Rontani Júnior)

domingo, 24 de agosto de 2014

Orsini


Trecho da rua Dom Pedro II tendo como ponto de vista a calçada em frente ao Colégio Piracicabano. Foto da segunda metade da década de 1960. Ao fundo, uma Clínica Dentária e uma construção, sendo que a Clínica Dentária abriga hoje o Despachante Relâmpago e o prédio atrás virou o Edifício Orsini construído entre 1975 e 1977.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Ginásio Piracicabano

Imagem do início do século passado, mostrando os prédios do Ginásio Piracicabano, hoje Colégio Piracicabano, situado na rua Boa Morte entre as ruas Rangel Pestana e Dom Pedro II. O primeiro Colégio Piracicaba foi instalado em 1881, através da missionária norte-americana Martha Watts, com auxílio de membros da Igreja Metodista de Santa Bárbara D’Oeste. A primeira sede própria da instituição de ensino ficou pronta em 1884, podendo ser vista à direita da foto. O Colégio Piracicabano foi construído e sustentado pelas mulheres metodistas norte-americanas. O objetivo principal dessas mulheres era promover a educação feminina no Brasil. Por essa razão, até a década de 30 só havia internato para moças.

Foto : IHGP

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Igreja dos Frades


Se estabelecendo em Piracicaba no ano de 1891, os frades capuchinhos adquiriram uma chácara para construção de uma igreja e um convento. Esta chácara situava-se onde está hoje a Igreja Sagrado Coração de Jesus, alcunhada por “Igreja dos Frades”. Ela foi inaugurada em 1895 tendo sua obra criada pelo piracicabano Luís Morandi, auxiliado por Carlos Adâmoli e Antônio Del Fávero. Como eram altas suas paredes, a igreja teve de ser modificada, temendo-se seu desabamento. Foram construídas capelas nas laterais da igreja principal, existentes ainda hoje. A obra, finalizada como conhecemos hoje ocorreu por uma piedosa alma, Dona Carolina, que em seu testamento deixou 94 contos de réis para as obras. Foi de tal forma decisiva a doação que, no dia 10 de dezembro de 1895, o Bispo D. Joaquim Arcoverde fazia a bênção da igreja, mesmo que ainda inacabada. A foto aqui estampada é dos anos 1920, tendo sua fachada sofrido mudanças estruturais, diferente do que é visto na atualidade.