terça-feira, 26 de abril de 2016
domingo, 24 de abril de 2016
Cerimônia marca os 113 anos da Guarda Civil de Piracicaba
Os 113 anos de fundação da Guarda Civil de Piracicaba serão comemorados na próxima segunda, dia 25/04. A cerimônia está marcada para às 9h, na sede de corporação, na rua Benedito Bonzon Penteado, 645, no bairro Verde, com a presença do prefeito municipal, Gabriel Ferrato, do comandante da corporação, capitão Silas Romualdo, e demais autoridades. Na ocasião será entregue o novo prédio que abriga a academia e arquivo, e feita a denominação da academia com o nome de Guarda Civil João Miguel Arvaje, falecido em 2014 (leia abaixo). A data também será marcada por homenagem ao Dia Municipal do Guarda Civil e terá a tradicional exposição de fotos antigas.
O INÍCIO - A história da Guarda Civil de Piracicaba teve início no começo do século passado. Piracicaba já convivia com a problemática da violência causada pelo rápido crescimento populacional que se instalava no município. De acordo com o blog do SindGuarda (Sindicato dos Servidores Guarda Civil Municipal de Piracicaba), em 25 de abril de 1903, a Câmara Municipal, então presidida por Paulo de Moraes Barros, apresentou um projeto de criação do Corpo de Guarda e Polícia Municipal, baseado no artigo 58 da Lei n. 16, de 13 de novembro de 1891.
Entre 1905 e 1913, quando o município tinha como prefeito Ricardo Ferraz de Arruda Pinto, foi criada a primeira diretoria. No final do ano de 1956, sob a gestão de Luciano Guidotti, é criada a já idealizada Guarda Noturna Municipal de Piracicaba que, em novembro de 1969, virou Guarda Municipal. O prefeito era Cássio Padovani, que nomeou como presidente da corporação o major José Autgno Ferreira e comandante o primeiro sargento de Polícia Militar Frederico Ciappina Netto.
Comandaram a Guarda Municipal, na sequência, o capitão Alfredo Mansur, Antonio Herculino Correia e Antônio Ricardo Sanches. Em 1990, a GM é transformada em Guarda Civil (GC) e passa a ter, unicamente, um comandante na hierarquia, um subcomandante e um quadro de graduados e guardas. Comandaram a Guarda Civil o primeiro tenente Paulo de Castro, novamente Antônio Ricardo Sanches. O capitão Silas Romualdo assumiu em 2005 e permanece no cargo desde então.
“É uma instituição sólida e necessária para cuidar do patrimônio municipal e também da segurança das famílias piracicabanas. Os investimentos em pessoal e material têm possibilitado o combate à violência e à criminalidade em nosso município”, observa Romualdo.
De acordo com o comandante, nos últimos anos aconteceram diversas inovações estruturais, como a criação do Grupamento Escolar, Pelotão Ambiental, Pelotão Feminino, Grupamento Ciclístico, Grupamento Rural, Base Móvel, Central de Monitoramento Eletrônico, Grupamento Motociclístico e Canil, Grupo de Apoio, Rádio Patrulhamento e Central de Monitoramento e Telecentro. A Guarda Civil do Município de Piracicaba possui efetivo de 420 componentes (69 feminino e 351 masculino).
O INÍCIO - A história da Guarda Civil de Piracicaba teve início no começo do século passado. Piracicaba já convivia com a problemática da violência causada pelo rápido crescimento populacional que se instalava no município. De acordo com o blog do SindGuarda (Sindicato dos Servidores Guarda Civil Municipal de Piracicaba), em 25 de abril de 1903, a Câmara Municipal, então presidida por Paulo de Moraes Barros, apresentou um projeto de criação do Corpo de Guarda e Polícia Municipal, baseado no artigo 58 da Lei n. 16, de 13 de novembro de 1891.
Entre 1905 e 1913, quando o município tinha como prefeito Ricardo Ferraz de Arruda Pinto, foi criada a primeira diretoria. No final do ano de 1956, sob a gestão de Luciano Guidotti, é criada a já idealizada Guarda Noturna Municipal de Piracicaba que, em novembro de 1969, virou Guarda Municipal. O prefeito era Cássio Padovani, que nomeou como presidente da corporação o major José Autgno Ferreira e comandante o primeiro sargento de Polícia Militar Frederico Ciappina Netto.
Comandaram a Guarda Municipal, na sequência, o capitão Alfredo Mansur, Antonio Herculino Correia e Antônio Ricardo Sanches. Em 1990, a GM é transformada em Guarda Civil (GC) e passa a ter, unicamente, um comandante na hierarquia, um subcomandante e um quadro de graduados e guardas. Comandaram a Guarda Civil o primeiro tenente Paulo de Castro, novamente Antônio Ricardo Sanches. O capitão Silas Romualdo assumiu em 2005 e permanece no cargo desde então.
“É uma instituição sólida e necessária para cuidar do patrimônio municipal e também da segurança das famílias piracicabanas. Os investimentos em pessoal e material têm possibilitado o combate à violência e à criminalidade em nosso município”, observa Romualdo.
De acordo com o comandante, nos últimos anos aconteceram diversas inovações estruturais, como a criação do Grupamento Escolar, Pelotão Ambiental, Pelotão Feminino, Grupamento Ciclístico, Grupamento Rural, Base Móvel, Central de Monitoramento Eletrônico, Grupamento Motociclístico e Canil, Grupo de Apoio, Rádio Patrulhamento e Central de Monitoramento e Telecentro. A Guarda Civil do Município de Piracicaba possui efetivo de 420 componentes (69 feminino e 351 masculino).
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Site homenageia 60 anos do Basquete do XV de Novembro de Piracicaba
| O vereador Pedro Kawai e Pecente |
A Associação de Basquetebol Masculino/Feminino XV de Piracicaba lançou oficialmente na noite de 30 de março de 2016, a Exposição Fotográfica Digital assinada pelo curador, professor e historiador Antonio Carlos Zinsly de Mattos que montou um belo arquivo histórico com textos e fotos inéditas dos 60 anos do basquetebol do XV e dos 110 anos da chegada do basquetebol em Piracicaba.
O evento foi realizado no Auditório da Uniodonto e contou com a presença do Secretário Municipal de Esportes, Lazer e Atividades Motoras de Piracicaba, João Francisco Rodrigues de Godoy, o Johnny, o Vereador Pedro Kawai, o Reitor da Unimep, Universidade Metodista de Piracicaba, o Professor Gustavo Jacques Dias Alvim, Maurício Petrocelli, responsável pelo Departamento de Marketing da Unimed Piracicaba, o Presidente da Uniodonto Piracicaba, Dr. Cláudio Roberto Zambello, o Presidente do IHGP (Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba), Vitor Pires Venkovsky e de várias outras figuras ilustres da sociedade piracicabana e representantes de várias gerações do basquetebol do XV de Piracicaba.
| Secretario Municipal de Esportes de Piracicaba, Johnny e Hilton Dupart Nascimento, |
A diretoria da Associação presidida por Denismar Antonio de Jorge prestou homenagens a vários ex-atletas e ídolos que defenderam a história do alvinegro piracicabano em seis décadas de tradição esportiva. Os homenageados foram Pedro Vicente Fonseca, o Pecente, Rubens Leite do Canto Braga, Antonio Travaglini, Mindaugas Petras Grokala Gorauskas e Hilton Dupart Nascimento.
Em seu discurso durante a solenidade, Denismar agradeceu a oportunidade de ter a chance de homenagear os ex-atletas, pessoas de grande importância para a história do basquetebol do XV de Piracicaba. “Fico grato por ter sido em nossa gestão a realização de uma homenagem de tamanha grandeza.” – disse o presidente.
O curador da Exposição Digital, o professor e historiador Antonio Carlos Zinsly de Mattos destacou a satisfação em apresentar o registro histórico do basquetebol do XV com histórias e fotos produzidas a partir da vida, dedicadas a todos aqueles que a escrevem com dedicação e muito treino, isso tudo pertence ao povo. “O esporte está no meu sangue e faz parte da maior parte da minha própria história. Esses registros precisam ser divulgados para que nunca sejam esquecidos.” – enfatizou Zinsly.
A solenidade faz parte do calendário das comemorações pelos 60 anos do basquetebol XV de Piracicaba, completados no ano de 2015 e aos 110 anos de prática da modalidade em nosso município, comemorados em 2016.
A Exposição Digital
Idealizada pela Diretoria da Associação de Basquetebol XV de Piracicaba e montada a partir do acervo do historiador e pesquisador, Professor Antonio Carlos Zinsly de Mattos que é o curador desta mostra digital, a entidade esportiva apresenta oficialmente a homepage www.expobasquetexv.com.br.
A página traz histórias que contam o início do basquetebol em Piracicaba, o surgimento da equipe do basquetebol XV de Piracicaba com suas glórias, títulos mundiais e sul-americanos e a importância do alvinegro no cenário esportivo mundial.
Através de fotos inéditas das equipes e atletas de várias épocas, a homepage é fonte indicada para pesquisa e leitura obrigatória aos apaixonados pelo esporte de nossa querida Noiva da Colina.
sábado, 19 de março de 2016
José de Alencar em Piracicaba
José de Alencar esteve em Piracicaba, residindo uma temporada na Usina Monte Alegre, onde criou a base para seu livro "Til", publicado em 1872. O título, aliás, é uma homenagem à forma sinuosa do Rio Piracicaba.
"Til" foi a terceira obra de Alencar e tem sua atuação passada no interior paulista em 1864. Nesta publicação, ele fala da vida mansa do interior paulista. Piracicaba é citada no livro, onde o personagem Luís Galvão e sua família participam da festa do Congo.
Sobre o livro ...
Características: Grande domínio da língua, procura, por meio da literatura, descobrir o Brasil no tempo (passado e presente) e espaço (urbano e regional). Nesse sentido, escreve romances históricos, indianistas, urbanos e regionalistas. Til pertence ao grupo de romances regionalistas. Excesso de comparações, linguagem excessivamente adjetivada, vocábulos preciosos. Narrador em 3ª pessoa, mas algumas vezes o autor interfere na narrativa, comentando aspectos em 1ª pessoa. Cenário: século XIX, na fazenda Palmas, às margens do rio Piracicaba, entre Campinas e Santa Bárbara. Coincide com a expansão da cultura cafeeira na região.
Enredo: A fazenda Palmas é o cenário da trama e localiza-se às margens do rio Piracicaba. Seu proprietário, Luís Galvão, é casado com D. Ermelinda e tem dois filhos, o casal de gêmeos Linda e Afonso. Também mora na casa um jovem que tem problemas mentais, Brás, sobrinho do proprietário. Outras duas personagens jovens são necessárias para a formação de pares: Berta e Miguel. Como se trata de um romance romântico, são necessários os antagonistas, representados por Jão Fera e Barroso, e a personagem ligada a um mistério, no caso, Zana, escrava ensandecida. Dois eixos constituem o enredo: a formação do par amoroso - Linda e Miguel - e o eixo do mistério que envolve a personagem Berta, que é chamada de Til por Brás. Planejam-se emboscadas e incêndios contra a casa-grande, mas sempre existem pessoas que se interpõem para socorrer Luís Galvão, quer seja Berta, que o salva da emboscada, quer seja Jão, que o socorre no incêndio. Todos os incidentes têm por mandante Barroso, que busca vingança à traição sofrida no passado, envolvendo Besita, mãe de Berta. Os nós vão sendo desfeitos: Besita era casada com Ribeiro, que, após ter assassinado a esposa, mudou o nome para Barroso. A beleza de Besita atraíra a atenção de dois amigos: Jão e Luís Galvão. Jão fora verdadeiramente apaixonado pela moça, já Luís procurara somente uma aventura. O marido de Besita tinha partido para Itu. Certa noite, Zana anunciou o retorno de Ribeiro. Besita se entrega, então, a Luís Galvão, pensando que ele fosse seu marido. Dessa união nasceu Berta. Luís não assumiu a criança e Ribeiro, enciumado, matou Besita. Zana, que tinha presenciado o crime, enlouqueceu e a criança foi salva por Jão e criada por Nhá Tudinha, mãe de Miguel. Era desejo de Ribeiro acabar com a vida de Berta e assim lavar a sua honra. Volta para executar sua vingança, mas é assassinado por Jão, que se entrega à polícia. Após alguns outros intrincados momentos, Luís Galvão reconhece Berta como filha, convida-a para morar na casa, mas a moça acha que seu lugar é ao lado dos que sofrem. Miguel e Linda partem para São Paulo.
Leia mais sobre o envolvimento de Piracicaba na vida de José de Alencar, clicando aqui.
Enredo: A fazenda Palmas é o cenário da trama e localiza-se às margens do rio Piracicaba. Seu proprietário, Luís Galvão, é casado com D. Ermelinda e tem dois filhos, o casal de gêmeos Linda e Afonso. Também mora na casa um jovem que tem problemas mentais, Brás, sobrinho do proprietário. Outras duas personagens jovens são necessárias para a formação de pares: Berta e Miguel. Como se trata de um romance romântico, são necessários os antagonistas, representados por Jão Fera e Barroso, e a personagem ligada a um mistério, no caso, Zana, escrava ensandecida. Dois eixos constituem o enredo: a formação do par amoroso - Linda e Miguel - e o eixo do mistério que envolve a personagem Berta, que é chamada de Til por Brás. Planejam-se emboscadas e incêndios contra a casa-grande, mas sempre existem pessoas que se interpõem para socorrer Luís Galvão, quer seja Berta, que o salva da emboscada, quer seja Jão, que o socorre no incêndio. Todos os incidentes têm por mandante Barroso, que busca vingança à traição sofrida no passado, envolvendo Besita, mãe de Berta. Os nós vão sendo desfeitos: Besita era casada com Ribeiro, que, após ter assassinado a esposa, mudou o nome para Barroso. A beleza de Besita atraíra a atenção de dois amigos: Jão e Luís Galvão. Jão fora verdadeiramente apaixonado pela moça, já Luís procurara somente uma aventura. O marido de Besita tinha partido para Itu. Certa noite, Zana anunciou o retorno de Ribeiro. Besita se entrega, então, a Luís Galvão, pensando que ele fosse seu marido. Dessa união nasceu Berta. Luís não assumiu a criança e Ribeiro, enciumado, matou Besita. Zana, que tinha presenciado o crime, enlouqueceu e a criança foi salva por Jão e criada por Nhá Tudinha, mãe de Miguel. Era desejo de Ribeiro acabar com a vida de Berta e assim lavar a sua honra. Volta para executar sua vingança, mas é assassinado por Jão, que se entrega à polícia. Após alguns outros intrincados momentos, Luís Galvão reconhece Berta como filha, convida-a para morar na casa, mas a moça acha que seu lugar é ao lado dos que sofrem. Miguel e Linda partem para São Paulo.
Leia mais sobre o envolvimento de Piracicaba na vida de José de Alencar, clicando aqui.
domingo, 13 de março de 2016
Máquina de escrever
* por Edson Rontani Júnior, jornalista
Recentemente, me deparei com um equipamento,
que em muito participou de minha vida, o qual pensei estar legado ao passado.
Fui ao Posto Fiscal do Estado, situado no antigo Fórum da rua do Rosário e lá
encontro uma máquina de escrever sobre uma bancada. Por incrível que possa parecer,
ela estava acorrentada ao apoio da bancada. Pensei comigo que, por ser peça de
museu, pudesse ser cortejada pelo amigo do alheio ou, quem sabe, já possua um
valor inestimável que faça crescer os olhos diante de tal preciosidade composta
por metais e plástico.
Noutro dia, visitei um despachante e notei
que pelos menos quatro máquinas de escrever estavam lançadas ao longo de um
extenso balcão. Bom … a partir daí, mudei meu conceito. As máquinas de escrever
ainda fazem parte de nossas vidas!
Ao longo do século passado, as máquinas de
escrever eram essenciais não apenas no mundo corporativo, como também nas
correspondências, nos acordos comerciais, nos trabalhos escolares na intenção de
substituir o manuscrito e dar um toque sofisticado aos documentos.
Confesso que faço parte de uma geração que
ser orgulhava em ganhar uma máquina de escrever de presente no Natal. Saber
datilografia era um passo para reconhecimento profissional. Era exigência de
mercado. Diploma de datilografia e carteira de habilitação eram passaportes
para iniciar uma profissão.
Quando a informática começou a tomar volume,
nos anos 1990, a máquina de escrever foi perdendo espaço para os desktops, scanners
e impressoras. A máquina de escrever podia ter a habilidade de uma impressora
com a utilização do papel carbono (daí o CC – cópia carbono – dos e-mails), sem
a possibilidade de corrigir o que se escrevesse errado. O surgimento do
corretivo foi uma dádiva aos datilógrafos que não tinham de, digitar, digo,
datilografar tudo de novo.
À máquina remete qualquer um ao cheiro de
graxa, aos dedos sujos por trocar sua fita vermelha e preta e aos palavrões
quando os caracteres enroscavam. Aliás, o modelo qwert é um padrão que precisa
ser repensado. As teclas da máquina de escrever não seguiam a ordenação
alfabética pois quando se datilografava, o mecanismo iria proporcionar
homéricas enroscadas dos tipos. Aí criou-se este sistema, hoje propagado como
qwerty (com Y ao final), nulo quando digitamos com os polegares nos
smartphones.
Aliás, a máquina teve influência do padre
brasileiro Francisco João de Azevedo, que a apresentou em 1861. A história
relega o invento ao exterior, onde foi patenteado primeiro. Algo como ocorreu
com os irmãos Wright e Santos Dumont na criação do avião.
Como peça de museu, uma notícia que remonta
à nostalgia. A máquina de escrever volta inclusive a fazer parte do serviço
secreto de vários países europeus. Depois do vazamento das informações pelo
Wikileaks, Rússia e Alemanha gastaram fortunas para comprar as máquinas de
escrever para seus agentes. Acreditam que o mundo off line é mais seguro que a
aldeia globalizada perpetuada por George Orwell e Marshall McLhuan.
Isso me faz sentir mais moderno e pouco
antiquado ....
(Artigo publicado no Jornal de Piracicaba de 11 de março de 2016)
sábado, 12 de março de 2016
domingo, 28 de fevereiro de 2016
ACIPI 80 anos
Livro sobre os 80 anos da Associação Comercial e Industrial de Piracicaba. Faça o download da versão em PDF clicando aqui.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Fazenda São Pedro
Foto de João Pieper, mostrando a Fazenda São Pedro, situada em Piracicaba, datada de 1865. O espaço pertencia, então, ao Barão de Resende, Estevão Ribeiro de Souza, mostrando parte da atual Vila Resende.
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