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domingo, 5 de janeiro de 2020

XV de Piracicaba e Santos - 1965

XV e Santos em São Paulo, 26 de agosto de 1965


quinta-feira, 20 de junho de 2019

Maks Weiser e as corridas automobilísticas


Em 1966, Maks Weiser conquistou o campeonato paulista na categoria até 1000cc. Acima, com Perrone (centro) e Elias

Maks Weiser nasceu no dia 24 de março de 1931 na cidade de Tabatinga, perto de Araraquara. Seus pais, Inácio Weiser, era comerciante local – com um daqueles típicos armazéns que vendia de tudo – enquanto a sua esposa, Fanny Weiser, cuidava das coisas do lar. Os Weiser tinham uma vida bem tranquila naquela pequena cidade e Maks veio ser o caçula da família, tendo uma irmã – Lili – sete anos mais velha. Conheça um pouco da vida deste pioneiro em Piracicaba clicando aqui.

domingo, 16 de junho de 2019

BOMBA DE GASOLINA - Curiosidade 3


Curiosidades sobre esta bomba, segundo Mirna Adamoli de Barros, sobrinha dos irmãos Adâmoli, em cuja calçada dos empreendimentos comerciais foi instalada a antiga bomba de gasolina da Rua Benjamin Constant

- João Egídio Adâmoli, o Joca, pintor reconhecido na cidade e no exterior, além de despachar os caminhões, ajudava na pintura dos barcos e, especialmente na colocação e pintura dos nomes de cada um deles. Sua rotina era acordar as 5 horas, despachar os caminhões e, por volta das 10 horas, voltava para casa e seu atelier para pintar.

- No local onde funcionavam a bomba, a fábrica de barcos e a Empresa Adâmoli, hoje existe um prédio de apartamentos, na esquina das ruas Benjamin Constant e Ipiranga. 



segunda-feira, 10 de junho de 2019

BOMBA DE GASOLINA - Curiosidade 2


Curiosidades sobre esta bomba, segundo Mirna Adamoli de Barros, sobrinha dos irmãos Adâmoli, em cuja calçada dos empreendimentos comerciais foi instalada a antiga bomba de gasolina da Rua Benjamin Constant

- Na Rua Ipiranga funcionava outro empreendimento a família, uma fábrica de barcos, lanchas e até iates, tocada por outro dos irmãos, de nome Pedro. Entre os funcionários da casa de barcos o Benedito Januário (pai do cantor e professor Janu) e outro, de apelido Lua.

- A bomba pode ter funcionado para fins de abastecimento da frota da empresa até os anos 80. É da marca Shell e antes era uma outra bomba, das mais comuns, quadrada, da marca Atlantic.



quinta-feira, 6 de junho de 2019

Piracicaba Canta


   Capa do LP São Paulo Canta, lançado no ano de 1957 pela Polydor, dando destaque especial para a cidade de Piracicaba, como umas das principais do interior onde repercutia o tradicionalismo da dança e da música, como o cateretê, jongo, moçambique, congada, macumba, folia de rei e o cururú. Não é descrito no mesmo por qual modalidade Piracicaba era representada.
   O disco tinha músicas orquestradas pelo maestro Guerra Peixe. Todas são cantadas.  Os temas escolhidos foram captados por Rossinio Tavares de Lia, Manoel Antônio Franceschini, Maria Abujara e Maria de Lourdes Gimenez. 



domingo, 2 de junho de 2019

BOMBA DE GASOLINA - Curiosidades 1



Curiosidades sobre esta bomba, segundo Mirna Adamoli de Barros, sobrinha dos irmãos Adâmoli, em cuja calçada dos empreendimentos comerciais foi instalada a antiga bomba de gasolina da Rua Benjamin Constant
- A bomba provavelmente foi instalada entre 1962 e 63
- Ela era necessária, especialmente, para a Empresa Adâmoli, que ficava na rua Benjamin (esquina da Ipiranga). Era uma empresa que possuía 11 caminhões e várias camionetes, que entregavam pedra britada, areia e saibro para as construções da cidade na época. A areia era retirada do Rio Piracicaba e do Porto de Areia em Artemis. A brita vinha da pedreira do Bongue era britada num ponto que funcionava no final da rua Ipiranga, onde existe hoje o prédio do SESC. O saibro vinha do bairro “Saibreiro”, que existia no final da Rua D. Pedro II, após a avenida Independência.
- O empreendimento era tocado pelos irmãos Adamoli: Carlos, José e João Egídio (Joca), que era o responsável por carregar e despachar os caminhões para os quatro cantos da cidade.



domingo, 28 de abril de 2019

Bomba de gasolina integra o Museu de Logística



O Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba (IHGP) cedeu, à título de comodato, para o Museu da Logística da Esalq uma bomba de gasolina cujas características remontam as décadas de 1940 e 1950. Anteriormente, este bomba encontrava-se situada na Fábrica de Barcos Adamoli, no cruzamento da rua Benjamin Constant com a rua Ipiranga.
A bomba foi doada ao IHGP nos anos 1980 e encontrava-se instalada, até recentemente, no térreo do prédio do Antigo Fórum da rua do Rosário, hoje ocupado pela Secretaria Estadual da Fazenda.
Segundo a presidente do Instituto, Valdiza Capranico, a bomba ficará na entrada do Museu para recepcionar os visitantes. “A peça representa o combustível, que é o responsável pela energia utilizada na movimentação dos veículos”, diz. Por mais de 100 anos, a sociedade mundial se organizou a partir do combustível derivado do petróleo e a bomba é o equipamento responsável pela relação da empresa de combustível com os clientes, transmitindo significados como qualidade e garantia.
Historicamente, a bomba de combustível, por muito tempo, foi o cartão de visita dos postos de combustível. Agora estará ocupando, mais uma vez, um lugar de destaque ao fazer parte do acervo do primeiro museu de logística do Brasil.



Vitor Vencovsky (presidente do Museu da Logística) e Valdiza Capranico (Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba)