Selo comercial emitido pela ECT - Empresa Brasileira de Correios de Telégrafos em 1967, ocasião em que Piracicaba comemorava seus 200 anos de fundação. Hoje, é item de colecionador.
domingo, 3 de março de 2013
Selo do 2°. centenário de Piracicaba
Selo comercial emitido pela ECT - Empresa Brasileira de Correios de Telégrafos em 1967, ocasião em que Piracicaba comemorava seus 200 anos de fundação. Hoje, é item de colecionador.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Grande Oficial Mário Dedini
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Estamos americanizados há 70 anos ...
Brazilian way of life
* Edson Rontani Júnior
Estamos celebrando os 70 anos do “brazilian
way of life”, ou melhor, do “american way of life” no Brasil. No dia 28 de
janeiro de 1943, em plena Segunda Guerra Mundial, o Brasil aceitava o cortejo
dos Estados Unidos e aliava-se ao Tio Sam com propostas que foram muito além do
conflito mundial. Foi a partir daí que passamos a beber Coca-Cola, que trocamos
o francês pelo inglês e mudamos nosso modismo, predominado até então pelas
influências europeias.
A data marca a visita feita por Franklin
Delano Roosevelt, presidente norte-americano, a Getúlio Vargas para discutir
ações a fim de criar em Natal, Rio Grande do Norte, uma base aérea aliada que
enviaria até 300 aviões por dia para o norte da África, área estratégica para
ter acesso à Europa invadida pelas forças nazistas de Adolph Hitler.
Vargas estava sendo seduzido pelo
investimento dos EUA para a construção da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN)
e Roosevelt preocupava-se com a aproximação brasileira com o fascismo. Surgem
ações “cavalheirescas” que culminaram com a política da boa vizinhança. Já
havíamos exportado Carmen Miranda, Orson Welles vem ao Brasil filmar o
inacabado “It’s all true” e Walt Disney é fascinado pela vida tropical, criando
o Zé Carioca.
Foram influências que mudaram nosso
comportamento criando modismos que nos perseguem até hoje. Cabe lembrar que,
antes da Segunda Guerra, o francês era a língua mais usual no país, depois do
português e do latim, herança que tivemos da Coroa Portuguesa desde séculos
antes. Queira ou não, o domínio americano hoje é visto na marca de seu celular,
o tipo de tv que você assiste ou a frase estampada na camiseta que você
utilizará no fim de semana.
Porém, uma as ações mais duradouras, foi sentida
na linguagem. Foi a partir daí que utilizamos termos que viraram sinônimos de
produtos como Gilette, Colgate, Kolynos, Coca-Cola e muitos outros. Esta
influência já havia sido plantada no início do século com a concessão pelo
Governo Federal para que empresas britânicas explorassem as vias férreas no
norte e nordeste.
A língua também sofreu mudanças que se
incluíram nos modos franceses unindo-se aos vitrôs (vitreaux), chofer (chauffeur)
e tantos outros. Aprendemos que uma das danças mais tradicionais deste país se
chamava forró por influência americana. Forró foi o aportuguesamento de “for
all”, baile arrasta-pé feito nas bases militares americanas sábado à noite, aberto
a todos (open for all). Também
descobrimos que o uso constante de qualquer calçado fechado nos traz o chulé.
Quando o americano tirava o calçado ele estava desprovido de sapatos que inglês
é shoelles. As influências foram imensas. Brindemos então com um refrigerante
de cola, de shoelles e curtindo um for all !
* Edson Rontani Júnior é
jornalista
MATÉRIA ORIGINALMENTE PUBLICADA NA TRIBUNA PIRACICABANA DE 26/02/2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Vaca na sala de aula
Vaca na aula – Aula de zootécnica da Escola Agrícola (hoje ESALQ/USP). A foto é da primeira metade da década de 1910 e foi tirada no anfiteatro da Escola. De um lado é interessante, pois sua prática não deve estar mais
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Os campeões vestem Ramenzoni
Anúncio veiculado pela revista MANCHETE em 16 de agosto de 1958, mostrando três campeões mundiais de futebol que se vestiam com as roupas Ramenzoni. Entre eles Mazzola (ao centro), nascido em Piracicaba em 24 de julho de 1938, jogando no XV de Novembro de 1954 a 1956 e no Palmeiras de 1956 a 1958. Propaganda e marketing pessoal já eram vistos com bons olhos pelos craques da pelota.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
O fim está próximo
O fim está próximo
*Edson Rontani Júnior – jornalista e pós graduado em jornalismo
contemporâneo
Tenho
muito orgulho em fazer parte de uma classe profissional cujo trabalho principal
– infelizmente – está no fim. Pelo que indicam as previsões, o jornal impresso,
como este que você segura em suas mãos, terá sua última edição lançada no ano
de 2042, daqui exatos 30 anos. Sim. Será a partir deste ano que deixaremos de
ouvir falar em jornal impresso, do entregador de jornal, de visitar bancas para
comprar a edição diária ou telefonar para a central do assinante reclamando que
seu exemplar não foi entregue.
Esse
amontoado de páginas, com ordenada sequência de matérias e fotos, conhecido por
jornal, tem esse tipo de apresentação há cerca de 360 anos. Dados históricos
indicam que o primeiro jornal impresso surgiu em 1650 Leipzig, Alemanha. Passou
por transformações no seu conteúdo, na forma de distribuição, cor de papel,
tipo de impressão etc.
No
Brasil, as tipografias começaram a lançar os jornais em 1808. Foi o ano em que
surgiram o Correio Brasiliense e a Gazeta do Rio de Janeiro.
Mas o
que leva a isso ? Desinteresse pela leitura ? Queda na venda das publicações ?
O mercado digital ? Estudos indicam que a escrita impressa é a forma mais
antiga e duradoura de comunicação pelo ser humano. Para isto, basta ver que a
história que conhecemos hoje foi escrita na parede dos homens da caverna, nas
pirâmides do Egito, na arqueologia dos povos da América pré-colombiana e nos
documentos religiosos. Estes, ainda hoje são consultados pelos estudiosos, e
alimentaram por vários séculos a curiosidade humana sobre o passado.
Redes
europeias lançaram jornais de leitura rápida, como o Metro international, distribuído
gratuitamente na Suécia e depois encampado pelo mercado editorial da França,
Inglaterra e até no Brasil. O The New York Times admite encerrar sua edição
impressa em 2015.
Nos
Estados Unidos, com o advento da internet comercial, mais de 2 mil jornais
foram fechados devido a comunicação digital.
O
Jornal do Brasil deixou de circular em sua edição impressa. Passou a ser
consultado apenas pela internet, pelo endereço www.jb.com.br, intitulando-se
como o “primeiro jornal 100 % digital do país”. O próprio matutino informava
que a decisão foi tomada aliando-se à inovação, respeito ao meio-ambiente (cada
tiragem diária consumia 72 árvores) e alinhamento com o futuro. Mas o jornal
teve uma queda sensível no faturamento com publicidades e no número de
leitores, que era de 230 mil exemplares/dia no final dos anos 60 para 22 mil em
2010. São dados que provocam medo, pois o JB foi fundado em 1891, numa época em
que comunicação era vendida a preço de ouro.
Bom
... Enquanto isso não se concretiza, aproveite o jornal que você segura e ... boa leitura !
(Matéria publicada na página 2 do Jornal A TRIBUNA PIRACICABANA de 19/02/2013)
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Ícones do ensino piracicabano - 1930
Ícones do ensino piracicabano em foto de 1930 da Escola Estadual Sud Mennucci. Hélio P. de Castro (Física e Química), José Assis Velloso (matemática), Fernando P. de Almeida (secretário), Manoel de Almeida (pedagogia), Carlos Martins Sodero (história natural), Pedro de Mello (francês), Jethto Vaz de Toledo (auxiliar de química), José A. Arantes (homenageado), Antonio P. de Almeida (latim) e Adolpho de Carvalho (português) formavam os professores homenageados pelos formandos de 1930. Foto do arquivo da escritoria Ivana Maria de França Negri. (Edson Rontani Júnior)
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Trens da Sorocabana
Publicidade da Empresa Férrea Sorocabana veiculada no "Estado de São Paulo" em 24 de fevereiro de 1948, no Jornal "A Noite",de São Paulo. A Sorocabana tinha um terminal em Piracicaba, no centro da cidade, onde hoje está localizado o Terminal Central Integrado, na avenida Armando de Salles Oliveira e avenida José Micheletti. Do terminal, restou apenas o prédio que abriga uma autarquia da prefeitura, a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes.
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